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24
nov

Revoluções

Marco Aurélio Brasil

Em 1979 o Dr. Alvin Silverstein, Ph.D. (como os americanos dessa seleta casta fazem questão de se identificar), publicou um livro denominado A conquista da morte, no qual profetizava: “Por volta de 1983 inicia-se a interrupção do processo de envelhecimento; 1989 -– duração de vida prolongada indefinidamente; 1999 –- conquista da doença e da morte”.

Os movimentos libertários dos anos 60 formaram uma geração disposta a buscar em qualquer campo de conhecimento humano as respostas que julgavam não achar nos esquemas da maioria. Assim, experiências com LSD, ópio e haxixe tornaram-se válidas, no seu entender, para alcançar a expansão da mente e atingir níveis ainda não palmilhados de “iluminação”. Eles entendiam que durante milênios o homem esteve buscando as respostas do lado da espiritualidade, e elas não vieram, o estado religioso não havia tornado o homem feliz e completo. Foi a vez, então, de os cientistas saírem em sua busca pela tal da felicidade, mas eles voltaram com uma série de inventos e descobertas estimulantes, contudo ineficazes para o fim maior: felicidade, senso de propósito, sentido para a existência.

Agora, quando a evolução do gênero humano atingiu um grau satisfatório, o homem poderia enfim juntar as duas escolas, unindo fé e razão, e colocando experiências outrora tratadas como místicas no campo da razão e da ciência. Uma nova era, um novo homem estaria pronto para nascer. Um homem capaz de mudar todos os paradigmas, não mais se conformar com a morte, com a fome, com falhas da comunicação, enfim, um homem pronto para viver em uma nova escala de existência, um novo patamar de consciência, sem dor, sem preconceitos, sem mágoas, sem traumas.

A realidade parece sempre dar um banho de água fria nos otimistas. 1999 passou e, salvo ledo engano deste leigo que vos fala, nem a conquista projetada para 1983 foi alcançada, embora haja gurus místico-científicos apregoando fórmulas de interrupção da velhice. Os adeptos da Era de Aquarius devem andar macambúzios com a velocidade
de instalação da dita. Ela insiste em não vir. O conhecimento científico continua a se multiplicar em escala geométrica, mas o homem permanece o mesquinho e preconceituoso de sempre, aferrado a sua realidade, a sua verdade míope.

Vivemos num momento, pois, de morte das ideologias. O termo “fundamentalista” é visto com o horror pela grande massa. Os pregoeiros da nova era parecem ter errado tanto quanto qualquer grupo que supõe ter uma verdade. Nesses momentos de apatia ideológica, então, é que revoluções acontecem. Qual será a próxima? Se a união
ciência-misticismo, mas tendendo para a ciência, não deu certo, creio que a próxima revolução há de ser um misticismo-ciência: aceita-se as grandes conquistas e luzes que a ciência trouxe, mas volta-se a um estado de governo da voz mística, a voz do grande pai espiritual; ele é quem há de conduzir o rebanho.

Ora, toda revolução coloca em situação desconfortável os seus contrários. Os céticos e os fundamentalistas, então, hão de ser marginalizados. Ora, como seres sociais que somos, ninguém gostaria de ser marginalizado. A menos que exista, de fato, uma “verdade” e ela seja diferente da postulada por mais essa revolução.

E é. “Eu sou a Verdade”, disse Jesus. Nenhum outro “guru” jamais ousou afirmar algo assim. O tipo de relacionamento que você desenvolve com Ele determina em que lado do estouro da boiada você está.

O dia vem em que aquele que se posiciona ao lado da Verdade e que alimenta seu tipo peculiar de otimismo não há de ser frustrado. Só 01quero estar lá para ver.

14
set

Foi só uma “mentirinha”

Gelson de Almeida Jr.

“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida…” (João 14:6)


verdade-x-mentiraCerto feita um homem levou sua família para almoçar em um restaurante. Após todos comerem ele vê que havia sobrado uma porção substancial de carne, chamou o garçom e pediu que embrulhasse o restante da carne, pois levaria para seu cachorrinho. Alegremente as inocentes crianças exultam e dizem: “Oba, papai vai comprar um cachorro”!

Provavelmente você ainda está rindo da situação do pobre homem, isso aconteceu comigo quando li a história pela primeira vez. Talvez você nunca tenha passado por uma “saia justa” desse tipo, mas será que, ao longo de sua vida, não tem agido de modo parecido com o pai? Quantas vezes você contou uma “mentirinha” ou, como dizia uma amiga minha: “Eu não menti, eu omiti”?

No tocante à definição de omissão, gosto da que afirma que omissão é a supressão total ou parcial da verdade, voluntária ou involuntariamente. O Dicionário Informal afirma que omissão “é o não agir quando se esperaria que o fizesse”. No Direito, omissão é a conduta pela qual uma pessoa deixa de fazer algo que seria obrigada ou que teria condições de fazer.

Falando a um grupo de líderes religiosos Cristo afirmou: “Porque vocês são filhos do seu pai, o diabo, e gostam de fazer as coisas más que ele faz… Quando mente, isso é perfeitamente normal; porque ele é o pai dos mentirosos” (João 8:44 BV). Não importa se é uma grande mentira, uma “mentirinha” ou uma omissão, tudo é mentira e mentira é pecado, e se é pecado as consequências sempre serão desastrosas. Verdade e mentira são tão opostas quanto o dia é da noite, peça então ao Eterno que o ajude a fugir desse tão danoso mal. Quer tomar posse das coisas eternas seja um seguidor de Cristo, o Caminho, a Verdade e Vida.

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04
mar

Quo Vadis?

Gelson de Almeida Jr.

caminhosPara onde vais? Ao longo do Seu ministério Cristo foi questionado várias vezes, inclusive pelos doze, mas, pouco antes de ser crucificado, quando falava da vinda do Consolador e de Seu retorno aos Céus, queixou-se dos discípulos por não lhe haverem feito essa pergunta (João 16:5).

Hoje, enquanto dirigia e refletia sobre o episódio, entendi um pouco mais sobre as razões de Cristo ter sido tão íntegro e firme ao longo de Sua vida entre nós. Ele fez o que fez, porque sabia de onde viera e o que deveria fazer aqui, pois conhecia muito bem seu destino final. Isto deu sentido à Sua Missão e Ele permaneceu firme em todas as ocasiões em que foi confrontado pelo mal.

Diferente dEle, vivemos como se o amanhã não existisse, erramos por não focar nossa vida no destino final. Por desconhecer para onde vamos, embarcamos em viagens agradáveis, mas cujo destino final é catastrófico (Provérbios 14:12). A vida oferece caminhos que não levam a lugar algum, curvas e atalhos que nos conduzem a precipícios, túneis que são escuros e sombrios do começo ao fim.

Lewis Carrol afirma que para quem não sabe para onde vai qualquer caminho serve. Para onde vais? A pergunta que os discípulos não fizeram ao Mestre eu faço a você agora. Se você deseja ir ao encontro da Verdade, da Vida e da felicidade, só existe um Caminho a seguir, Cristo. Escolha-O e o destino final de sua existência estará seguro, deixe-O de lado e as consequências serão terríveis e poderão ser eternas também.

10
dez

Liberdade de quê?

Marco Aurélio Brasil

Tudo o que existe, incluindo você e eu, é fruto de um feliz acaso. Logo, não existe um propósito ou um sentido para a vida. O importante é ser feliz, não importa como. Se algo é bom para alguém, ótimo,  porque o importante é ele estar feliz. Devemos sempre seguir nosso coração, confiar na intuição. Não devemos negar ao nosso corpo o que ele pede, nem que seja pelo menos de vez em quando. É preciso dar vazão a nossos impulsos, todos eles. Não existe nenhum Deus. Se existe, não é lógico nem plausível que Ele vá se importar com o que eu faço ou deixo de fazer, penso ou deixo de pensar, nem com as escolhas que faço. Se Ele se importa, é porque está me espreitando, colocando no meu caminho árvores de cujos frutos eu não posso comer, só para, quando eu não resistir e comer, me castigar. Ou então o contrário, Ele sabe quais são as minhas circunstâncias, Ninguém é perfeito, ninguém é de ferro. Ele entende e por isso mesmo ele perdoa qualquer escorregão meu, porque Ele quer me ver feliz também, e sabe que para isso eu preciso ter umas válvulas de escape. No fundo eu sou uma boa pessoa e Deus sabe disso embora eu não fale muito com Ele. E a lei de Deus é impossível de ser guardada. Ou então, o contrário: nós existimos apenas para guardar a lei, até a mínima vírgula, e temos que nos mortificar constantemente para isso. E olhar se os outros estão na mesma toada, porque, se não estão, precisamos colocá-los na linha. Não existe mesmo uma verdade absoluta, tudo é relativo. Ou então, o contrário: a minha verdade é suprema, o que quer dizer que você está errado e deve ser castigado por isso, deve lamber minhas botas ou deixar de existir. Não se deve levar desaforo pra casa, nem ficar em
desvantagem jamais. Temos que construir um paraíso aqui na Terra. Ou então, o contrário: um dia vamos para o Céu, aonde todos os problemas serão resolvidos, assim, não adianta cuidar de política nem tentar modificar a realidade à nossa roda. Somos todos imortais e as mancadas dessa vida serão pagas numa outra. Tudo continua como sempre foi. Mais um desastre, mais uma tragédia, como tantas outras, não há nada acontecendo de mais solene ou relevante.

Etc, etc e etc.

Jesus disse que conheceríamos a liberdade e ela nos libertaria (João 8:32). Ora, à parte os significados mais profundos dessa assertiva, a primeira coisa de que a verdade nos liberta é a mentira.

17
maio

# A Jornada

O que há entre a grande parte dos filmes e romances ficcionais que possa identificar-lhes em comum? A jornada de seus protagonistas. Os roteiros retratam, em sua maioria, o herói vivenciando momentos de superação por alguma situação que os tenha tirado de seu mundo comum. Eles são chamados a se levantarem e lutarem para transpor dificuldades internas ou externas que, possivelmente, não estivessem nem mesmo preparados para superá-las ou combatê-las.

Assim também se dá em meio a nossa história de religação com Deus. Independentemente da ocorrência em que se nos foi apresentado o evangelho, aceitando-o ou não, o fato é que ele nos convida a sairmos do lugar comum, da comodidade a que estamos acostumados, e a aceitarmos esse chamado do mundo especial, onde todas as coisas são completamente diversas das que aprendemos até então. Contudo, para isso será necessário enfrentarmos obstáculos, inimigos e situações das mais diversas que buscarão nos desestimular e fazer-nos desistir de nos mantermos no caminho, antes e durante a jornada.

Em todas as ocasiões, nos diz a Palavra, nosso inimigo não é a carne ou o sangue, ou seja, o homem em si, mas o mal que o influencia. Para combater a fonte, precisamos de ajudantes e armas espirituais. Os primeiros estão no exército do Senhor e, as armas, essencialmente se faz representada pela armadura descrita no livro de efésios (6:11), qual seja a espada representada pela Palavra de Deus, o capacete da salvação, o escudo da fé, o colete da justiça e o cinturão da verdade, sempre calçando os pés com o evangelho da paz.

Sem isso não podemos vencer, afinal, o inimigo transpõe a barreira do visível. Está no mundo espiritual, quando não está dentro de nós mesmos, em nosso interior, representado pelas dificuldades de hábitos que precisamos superar. A ajuda vem do Senhor que por nós intercede se temos um coração puro no sentido do reconhecimento de nossos erros e da necessidade de nosso arrependimento verdadeiro. Deus conhece o nosso coração e, antes que pedimos, Ele próprio sai em nosso favor, dando-nos livramentos que nem sonhamos tê-los precisados.

Somente nos alimentando da Palavra poderemos seguir nesse caminho de lutas e superações a que somos convidados a percorrer, adquirindo poder de Deus, saindo do lugar comum a que estamos acostumados para atingirmos ao momento do grande prêmio a que nos destina todo esse pequeno percurso da vida. Isso ocorrerá com a volta do Messias.

Assim diz o verso do poeta Gonçalves Dias, no poema – Canção do Tamoio – “A vida é combate, que os fracos abate, que os fortes e bravos, só pode exaltar”. Contudo, a essa luta a que nos destinamos, nós que cremos no Messias e em seu Pai, sabemos que neles nos fortalecemos, e por isso mesmo é que podemos dizer, inclusive, que quando somos fracos aí é que somos fortes, pois entra em cena o poder de Deus. Há grande estratégia de sabedoria nesse reconhecimento.

Shabbat Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra

02
abr

E conhecereis a verdade

Gelson de Almeida Jr.

Ontem, 1º de Abril, muitos comemoraram, o Dia da Mentira. É triste saber que nossa sociedade perde tempo “comemorando” a mentira. Pior ainda é que a maneira mais comum de comemorar esse dia é contando uma mentira. Há os que se justifiquem dizendo que é apenas uma brincadeira sem maldade, mas lamento informar que mentira sempre é mentira.

A escritora norte americana Ellen G. White disse que uma mentira nunca deveria ser dita, nem em tom de brincadeira, mas é incrível como deixamos tão sábio conselho de lado! Mentimos quando não queremos ser incomodados e mandamos dizer que não estamos, mentimos para os filhos pequenos ao dizer que não vamos demorar, quando vamos passar horas fora de casa, mentimos quando dizemos a alguém que um dia iremos à sua casa quando não temos o menor desejo de ir. Para os brasileiros chegou a hora de acertar as contas com o “Leão” e quanta mentira é “dita” ao preparar a declaração de Imposto de Renda! A mentira faz parte do nosso dia a dia e nem nos demos conta disto.

Mas não precisa ser assim existe uma solução, um remédio e este remédio tem nome: Jesus. Quando esteve entre nós disse que seriam libertos da escravidão do pecado aqueles que conhecessem a verdade (João 8:32), disse ainda que Ele era Verdade e o único meio de se chegar ao Pai (João 14:6).

Ontem o mundo comemorou o Dia da Mentira, mas você pode comemorar diariamente o “Dia da Verdade”, depende apenas de você. Decida-se pelo lado de Cristo, a fonte da Verdade, e siga Seus passos, pois a liberdade só é completa quando Ele nos liberta (João 8:36).

31
maio

O sinal de Jesus

admin

É fato: existem pessoas boas e más em todas as religiões, filosofias, crenças e formas de pensar. Até certo ponto isto chega a ser intrigante pois, se existe uma visão correta de mundo, os adeptos dela deveriam ser os únicos bons. Se assim fosse, para saber qual é a doutrina verdadeira, bastaria ver o exemplo deles e seguir os que possuem um bom modelo de vida.

Certo dia um homem me iluminou quanto a este assunto. Eu estava na av. Paulista com a Juventude Nova Semente, um grupo de jovens da comunidade que faço parte, e o pastor que estava conosco leu estas palavras de Jesus:
“Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Esse profundo amor que vocês tiverem uns pelos outros provará ao mundo que vocês são meus discípulos.” (João 13:34 e 35)

Interessante, o amor de uns pelos outros é o sinal, a característica dos discípulos de Cristo. Jesus disse que isto provaria ao mundo quem são os Seus seguidores.

Tendo consciência disso, e lembrando de que Jesus disse que possui ovelhas que são de outro curral (João 10:16), só posso concluir que Cristo tem discípulos de todas as crenças, descrenças, filosofias e religiões,  inclusive aquelas que não são cristãs.  Discípulos que nem sabem que são Seus seguidores.  Não estou pregando o relativismo aqui. Acredito em uma Verdade absoluta e A procuro todos os dias. Mas o fato é: mesmo aqueles que nunca ouviram falar deste Homem de Nazaré, podem ser mais discípulos do que muitos que estudam Sua vida e propagam Seu nome.

17
fev

# Falar com Deus

Quem assistiu a pregação da manhã deste sábado, proferida pelo pastor Felipe Tonasso, deparou-se com uma das maiores lições de cristianismo, oração e conversão. Dizia ele sobre nossas orações e pedidos a Deus, que costumeiramente podem estar revestidos de materialidade, efemeridade, sem falar em orgulho, vaidade e total falta de intimidade com a vontade de Deus. A resposta a tais “intimidades” que cremos ter, pode vir por meio de uma inevitável pergunta, tal como, O que você deseja de fato fazer com esse pedido, é me honrar? Você me conhece? Sabe quem Eu sou? Sabe o que pretendo para você? Por que quer saber mais sobre você mesmo, se nem conhece a mim? Filho, a quanto tempo você não fica comigo?

Estas perguntas mexeram muito comigo, pois elas demonstram o real nível de conhecimento e intimidade com Deus, à maneira que Cristo costumava testemunhar – Eu estou no Pai, e o Pai está em mim. E isso não é tão simples de colocar-se em prática. Requer muito daquilo que Paulo dizia: Não sou eu mais quem vive, mas Cristo vive em mim. No capítulo 14 de João, Jesus ensinava aos discípulos que tudo que pedíssemos ao Pai em nome dele nós seríamos atendidos. Contudo, qual é a essência desses pedidos, levando em conta que o Pai conhece tudo de que necessitamos? No verso anterior a essa afirmação, Jesus dizia que se crêssemos nele, faríamos as obras que ele fez, e maiores ainda. Veja. Aqui está a essência dos pedidos que devemos endereçar a Deus,  testemunho de dependência e de obediência.

Ao longo desta semana eu li algumas vezes o capítulo 17 do evangelho de João, e a passagem é linda, pois retrata a oração que Jesus faz ao Pai na presença de seus discípulos, onde naquele momento Ele roga por si próprio, depois pelos discípulos, para enfim, pedir por aqueles que acreditariam nele por intermédio da Palavra. E nessa conversa com o Pai, nos revela três dos conhecimentos mais importantes para a vida cristã – a vida eterna, a verdade e o testemunho da fé, para que alcancemos a unidade com Cristo e o Pai, que são um.

Cristo na passagem citada, ao conversar com Deus fala do poder que Ele recebeu a fim de dar-nos a vida eterna. E explica – A vida eterna é esta: que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.  E em seguida, ao rogar pelos discípulos, Ele afirma: Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. E ao rogar por toda a humanidade que haveria de crer nele pela Palavra, justifica: Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti.

Não é exatamente o caminho que ouvimos maravilhados na manhã deste sábado? Afinal, se a busca do cristão é a vida eterna, Cristo nos revela que para entendê-la devemos conhecer ao Pai em sua completude, assim como ao Filho. Se devemos santificar-nos para compreendermos a essa busca, isso só pode ser chancelado pelo Pai por meio da verdade, que é exatamente a Palavra, e que segundo João 1, Cristo é a Palavra no início de tudo, e, segundo João 14, Cristo é a verdade. E por fim, é o nosso melhor pedido ao Pai que Ele nos dê a fé, dom de Deus, para que possamos nos entregar ao novo nascimento, e assim a Palavra possa viver em nós, e sermos perfeitos em unidade com o Pai.

Shalom Aleichem!

adi – Um Peregrino da Palavra.