Com disposição e sensibilidade, equipe exerce sua função ao pé da letra

Eles procuram estar em todos os lugares e nenhum detalhe passa sem ser notado. Com o propósito de servir àqueles que precisarem de auxílio, se dispõem prontamente a ajudar. Sensibilidade é fundamental para exercer essa função e o jogo de cintura deve estar afiado para driblar o inesperado. Eles são da equipe do Ministério de Diaconato e sabem na prática o sentido real do nome que leva o ministério.
Diácono tem origem no grego, diákonos, e quer dizer servidor. “Para ser um diácono, a pessoa precisa estar feliz com ela mesma, com Deus e com quem vai receber”, explica Silas Conceição, líder do Diaconato masculino da Nova Semente. Silas conta que na Bíblia, o papel do diácono está referido no Novo Testamento como um servo ou agente de um rei, porém, mais que isso, de Jesus Cristo.
E não pode faltar disposição. As atividades são as mais diferentes, entre recepção e boas vindas pela manhã, atenção na ordem da circulação pela igreja, cuidado na montagem das mesas para o almoço e o principal, apoio a qualquer departamento que precise de voluntários na hora do culto pela manhã. Sim, para qualquer atividade. “É preciso ter coragem para ter disposição. Coragem para fazer o que precisa ser feito”, diz Silas.
Como bons observadores, os diáconos estão atentos a todos que chegam à Nova Semente pela manhã, e sabem identificar quem vem pela primeira vez. Silas conta que muitos chegam desconfiados, mas isso não demora muito a mudar. “Temos o maior prazer em conduzir os visitantes para o pré-discipulado. Explicamos que nosso pastor gostaria de apresentar qual é a proposta da nossa comunidade. Muitas vezes encontrei resistência, mas o semblante é outro quando a pessoa tem a oportunidade de nos conhecer de verdade. É muito interessante a mudança”.
E por falar em experiências, a equipe formada por Silas, Anderson de Souza e Esteban Lira tem algu
mas para dividir. “Outro dia um rapaz chegou pela primeira vez na Nova Semente, e assim como fazemos com todas as pessoas, foi cumprimentado e muito bem recebido. Quando ele retornou, em outro Sábado, comentou conosco que voltou, pois não se sentiu invisível, todos perceberam sua presença. Emocionado, ele comentou que ‘não passou despercebido”, relembra.
Doar força, energia e disposição a Deus e Sua comunidade pode não ser tarefa fácil, mas pode ser, com certeza, uma forma de estar mais próximo dEle e praticar o cristianismo com outras pessoas. Silas completa: “Hoje vejo que estar engajado na comunidade junto com minha família é recompensador. Até brinco que eu ‘posso tudo’, pois sentir-se útil é o que nos mantém dispostos a trabalhar. A gente se revigora e se dispõe a querer trabalhar em qualquer ministério. O que a gente ‘faz’ faz a diferença”.
Por Ana Raquel Samadello