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02
dez

Pr. Kleber Gonçalves convida…

Maninho Alves

Coloque em sua agenda. Viva (Week) especial com Pr. Kleber Gonçalves. Anote: 03/12 a 10/12, série que acontecerá ao longo da semana e terá como título, ALIVIANDO A BAGAGEM. Se programe para estar conosco neste último Viva de 2016. Nos vemos lá!

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02
dez

Bazar do Bem (04/12)

Maninho Alves

Esta é uma oportunidade única (04/12, das 10h às 17h), um local onde vc poderá adquirir produtos de qualidade cedidos por membros da comunidade Nova Semente, além de produtos produzidos por pequenos empreendedores. Venha, participe, adquira os produtos. Ótima maneira para prover recursos ao Instituto Nova Semente em suas obras beneficentes. Para saber mais, acesse: www.institutonovasemente.org

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02
dez

Campanha de Natal 2016

Maninho Alves

Esta é uma época muito importante para todos nós. Excelente oportunidade para demonstrarmos nossa amor aos mais necessitados. Participe da campanha para doação de cestas básicas e brinquedos para a comunidade carente da Fábrica (Carapicuíba). Doações na Nova Semente de 19/nov a 11/dez.
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02
dez

Lei da Retribuição

Gelson de Almeida Jr.

Uma antiga alegoria conta que um mendigo estava à beira da estrada pedindo esmolas a quem passasse. Num dado instante vem pela estrada o príncipe herdeiro do lugar. Humildemente o homem estende a mão e pede uma esmola. O príncipe repreende o homem e se identifica dizendo ser o príncipe herdeiro e futuro rei da região. Diz ainda que era ele quem deveria ser homenageado e receber alguma coisa do pobre homem. Em tom áspero pergunta-lhe o que tinha em sua bolsa, gaguejando o homem diz que tinha apenas cinco pães, que recebera de uma bondosa mulher no último vilarejo por onde passara.

O príncipe ordena-lhe que divida o pão com ele. Temendo as consequências, e muito contrariado, o homem entrega dois pães ao príncipe que, sem falar nada, apanha duas moedas de ouro e as atira ao homem. Pesaroso o homem murmura consigo: “Deveria ter dado tudo para ele”, mas agora era tarde, dera pouco, recebera pouco.

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Escrevendo aos crentes de Corinto, Paulo afirma que “aquele que semeia pouco, pouco também colherá, e aquele que semeia com fartura, também colherá fartamente” (II Coríntios 9:6). Tivesse o homem agido melhor e seu destino teria sido melhor também, a Lei da Retribuição, também conhecida com a “lei da causa e efeito”, funcionara mais uma vez.

Colhemos exatamente aquilo que plantamos, o que planta batatas, colhe batatas, é impossível um plantador de batatas colher uvas, morangos, etc., uma grande verdade corroborada por Paulo (Gálatas 6:7). Vivendo em um mundo capitalista, onde o egoísmo é a palavra de ordem, a grande maioria quer investir pouco e receber muito. Deixam, inclusive, que se manifeste em suas relações interpessoais, tanto com os que o cercam como com o Eterno.

Você quer um sorriso, sorria para os outros; quer um abraço, comece a abraçar os que o cercam; quer colher bondade, seja bondoso; deseja misericórdia e justiça, seja misericordioso e justo. Nem sempre seremos tratados como queremos, mas seremos tratados de modo muito próximo como tratamos os que nos cercam. Faça o teste, sorria e seja gentil com todos aqueles com quem entrar em contato a partir de agora e você terá um dos melhores finais de semana de sua vida.

01
dez

Dezembro outra vez

Marco Aurélio Brasil

Todo ano, a chegada de dezembro me surpreende, como se os panetones e a decoração dos shoppings e casas já não tivessem dando o aviso com antecedência. Como assim, já?

E todo ano eu retorno a esse poema de Carlos Drummond de Andrade, que começa assim:

reflexc3a3o-1Dezembro

E o que perdido

Foi, volta, iluminado

Pelo claro pensar

E reanima-se o jogo

eterno (e vão?)

O jogo da vida renascendo

de si mesma

Chegou dezembro, o ano terminou e até conseguirmos recuperar o que perdido foi ainda vai um tempo. Até lá haverá muita correria, a gente vai tentar acertar e ajustar o que ainda não conseguiu ser acertado e ajustado e aí haverá confraternizações, formaturas, ceias, encontros. Mas uma hora chega aquele momento em que as coisas retornam iluminadas para reanimar o jogo da vida renascendo. Que não é vão. Que, graças a Jesus Cristo, nunca será vão.

Foi em um programa Viva da Nova Semente que ouvi esta frase marcante: “aqui não se brinca com a vida”. O jogo da vida renascendo de si mesma não é um jogo vão, por isso fechar para balanço, olhar para trás, recuperar o que se perdeu e projetar o que se pode ganhar é um exercício saudável e necessário.0`101

Olhe para trás decidido a não lastimar. Chegou dezembro, o ano terminou, e até aqui nos ajudou o Senhor!

30
nov

Ela está surda!

Gelson de Almeida Jr.

Dias atrás li a curiosa história de um homem que conversava online com o filho médico que residia distante dele. Mostrava preocupação com a esposa, que apresentava sintomas de surdez. Preocupado o filho pensa em visitar os pais o quanto antes, mas pede que o pai faça alguns testes com a mãe afim de determinar o grau de surdez. Disse-lhe que ficasse a cerca de 15m e fizesse uma pergunta, caso ela não respondesse ele deveria encurtar a distância em 5m e fizesse novamente a pergunta, e assim sucessivamente, até que ela respondesse.

À noite, quando a esposa preparava o jantar o gentil homem iniciou o teste e perguntou à esposa o que teria para o jantar. Como não obtivesse resposta diminuiu a distância até que chegou bem próximo do ouvido da esposa. Repetiu a pergunta e a mulher virou-se para ele e disse:

Credo velho, dá próxima vez que nosso filho vier nos visitar, vou pedir para ele para examinar você, pois eu acho que está ficando surdo. Essa é a quarta vez que eu respondo que vamos ter frango para o jantar.

homem-idosoPobre homem, a doença que imaginava estar em sua esposa estava nele próprio.

A história carece de provas quanto à sua veracidade, mas ilustra muito bem a situação de muitos cristãos que tentam consertar o mundo. Do alto de sua “perfeição” olham, até com certo desdém, para os que os cercam, todos estão errados, menos eles. Quando vão à igreja e ouvem um poderoso sermão, olham para os lados à procura de alguém para quem sirva, não contentes, sempre lembram de alguém que não está presente, mas para quem o sermão cairia feito uma luva.

Pessoas assim esquecem que Cristo nos proíbe de julgar nosso próximo (Mateus 7:1). Cristo vai além ao afirmar: “Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7:5).

Como é fácil “enxergar” os defeitos alheios e difícil aceitar nossas imperfeições! Felizmente o Eterno é um Pai amoroso que sempre está pronto a nos perdoar, um Pai que enviou o Filho, para que um dia fosse nosso Redentor, mas que agora é nosso Advogado de defesa (I João 2:1 ACR). Só Ele pode nos julgar, mas, por seu grande amor, prefere nos perdoar.

29
nov

Bons e velhos tempos?

Marco Aurélio Brasil

“O mundo entrou na igreja!” Imagine essa frase com uma música de filme de terror e o quadro O grito, de Munch em resposta.

Eu assisti essa cena milhares de vezes em minha vida de cristão: defensores dos bons e velhos tempos denunciando as alterações de formas. Curiosamente, a cena se repetiu pouquíssimas vezes no sentido contrário. Não vi muita gente reclamando do fato de que “a igreja não entrou no mundo”. Ora, entrar no mundo é exatamente a vocação e missão da igreja.

Isso é que vocês são

Isso é que vocês são

Na última semana argumentei que talvez as bem aventuranças, com a qual o sermão do monte começa, sejam menos uma lista de características dos santos e mais uma indicação de quão acessível e presente está o Reino de Deus. Bem, logo na sequência Jesus afirma: “Vocês são o sal da terra. Mas se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte.” (Mateus 5:13 e 14)

Sal e luz são coisas diferentes. O sal é (deve ser) discreto. A luz é histriônica, impossível de se ignorar. O sal conserva e realça o sabor próprio do alimento. A luz torna o entorno perceptível, evita a queda e os tropeções.

E os defensores dos bons e velhos tempos usam esse texto como evidência de que o cristão precisa ser diferente do mundo, quando não é isso que Jesus está falando. Primeiro, Ele não diz que temos que nos esforçar para ser algo. Todos que acessam o Reino de Deus já são o sal e a luz. Jesus está advertindo não contra não nos esforçarmos muito para ser algo, mas contra a possibilidade de perder uma característica que já temos (o sal se torna insípido pela contaminação com agentes degradantes, a luz deixa de iluminar por ser deliberadamente escondida embaixo da cama).

E como é que nós, que ingressamos no Reino, salgamos e iluminamos o mundo? Com nossa esquisitice? Vestindo uma roupa diferente, se mantendo longe dos mundanos, fazendo questão de mostrar que comemos uma comida mais pura e ouvimos uma música mais santa? Não. Com nosso espírito manso, pacificador, com nossa sede de justiça e aqueles elementos presentes no Reino, segundo as bem aventuranças. Com nossa imitação do Mestre. “Nisso conhecerão todos que vocês são meus discípulos: se tiverem amor uns pelos outros” (João 13:35).

A tragédia do sal é não cumprir sua vocação e missão de salgar, não de ser “parecido com a comida”. Uma vez ingressando no Reino, já somos radicalmente diferentes, já somos as novas criaturas de que fala Paulo (II Coríntios 5:17). Viemos das trevas para a luz, deixamos o estado de morte espiritual para a vida e o batismo do Espírito Santo. Essa diferença vem de dentro para fora, não o contrário, e é muitas vezes sutil, e se revela muitas vezes apenas no momento em que o cristão com a possibilidade de agir de forma egoísta imita Jesus. A tragédia da luz é ser tapada com medo de ser contaminada pela escuridão.

Desculpem-me os defensores dos bons e velhos tempos, mas nos bons e velhos tempos as pessoas morriam de fome e sede por falta de sal e de luz e ninguém parecia reclamar daquilo contra o que o Mestre advertiu. Elas estão morrendo hoje também, então que tal direcionar seus canhões de crítica contra o que realmente merece ser criticado?

25
nov

Adoração

Gelson de Almeida Jr.

“A devoção não está no joelho que se dobra, mas no coração que não se vê dobrar”. H. Balzac


dar-coracaoMesmo uma reflexão superficial da frase acima mostra que ela apresenta uma profunda verdade e uma realidade cada vez mais palpável de nossa sociedade. Em um país cuja maioria esmagadora da população se declara cristã, 86,8 %, segundo o Censo feito pelo IBGE em 2010, fica difícil imaginar que essas pessoas não sejam adoradores do Altíssimo.

A verdade, porém, é que a maioria esmagadora daqueles que se declaram cristãos é a de que não são assíduos e fieis a nenhum segmento religioso. São indivíduos que possuem pouco ou nenhum envolvimento com o corpo de doutrina de sua igreja e com os trabalhos e serviços por ela realizados.

Falando aos escribas e fariseus Cristo, citando o profeta Isaías, Cristo disse que essas eram as pessoas que se aproximavam dEle com a boca, O honravam com os lábios, mas tinham o coração longe dEle (Mateus 5:18). Que triste situação a desses indivíduos! Enquanto o exterior dizia que eram seguidores do Eterno, o interior mostrava a realidade, a de que não eram verdadeiramente seus seguidores.

Mas, como saber se fazemos parte desse grupo? Existem alguns indícios, muito básicos, que podem servir de auxílio no autoexame. Perguntas simples, mas que podem ajudar a mostrar o tipo de adoração que praticamos.

– Com qual frequência você frequenta os cultos e como é seu comportamento/envolvimento com o que acontece lá?

– Como fica seu coração e qual é sua atitude quando se recolhem os dízimos e ofertas ou quando é feita uma campanha para se angariar fundos para algum projeto?

– Qual é o seu estado de espírito quando é convidado a dispor de seu tempo e recursos para ajudar os mais necessitados?

– Quais palavras melhor descrevem sua atitude religiosa, serviço, altruísmo, abnegação, desprendimento, desinteresse, desapego, egoísmo, egocentrismo ou misantropia?

Muito mais ainda poderia ser dito, mas isto já serve para iniciar uma reflexão sobre o tipo de adoração que praticamos. O Pai não pede muito, pede apenas o nosso coração (Provérbios 23:26). Não se preocupe em ter uma “religião de joelhos dobrados”, trabalhe para praticar uma religião de coração rendido ao Eterno.

24
nov

Papo Pink – 04/dez

Maninho Alves

Vem aí a terceira edição do Papo Pink, a versão feminina do Papo Aberto. Um programa só para garotas de 13 a 19 anos! Dia 4 de Dezembro, domingo, às 14h45. Local: Rua Espírito Santo, 268 – Aclimação. [Atenção ao endereço! Essa edição não será na Nova Semente] Convide suas amigas, compartilhe esse post com seus contatos! Inscrições pelo link: https://goo.gl/X8eI0x

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24
nov

Revoluções

Marco Aurélio Brasil

Em 1979 o Dr. Alvin Silverstein, Ph.D. (como os americanos dessa seleta casta fazem questão de se identificar), publicou um livro denominado A conquista da morte, no qual profetizava: “Por volta de 1983 inicia-se a interrupção do processo de envelhecimento; 1989 -– duração de vida prolongada indefinidamente; 1999 –- conquista da doença e da morte”.

Os movimentos libertários dos anos 60 formaram uma geração disposta a buscar em qualquer campo de conhecimento humano as respostas que julgavam não achar nos esquemas da maioria. Assim, experiências com LSD, ópio e haxixe tornaram-se válidas, no seu entender, para alcançar a expansão da mente e atingir níveis ainda não palmilhados de “iluminação”. Eles entendiam que durante milênios o homem esteve buscando as respostas do lado da espiritualidade, e elas não vieram, o estado religioso não havia tornado o homem feliz e completo. Foi a vez, então, de os cientistas saírem em sua busca pela tal da felicidade, mas eles voltaram com uma série de inventos e descobertas estimulantes, contudo ineficazes para o fim maior: felicidade, senso de propósito, sentido para a existência.

Agora, quando a evolução do gênero humano atingiu um grau satisfatório, o homem poderia enfim juntar as duas escolas, unindo fé e razão, e colocando experiências outrora tratadas como místicas no campo da razão e da ciência. Uma nova era, um novo homem estaria pronto para nascer. Um homem capaz de mudar todos os paradigmas, não mais se conformar com a morte, com a fome, com falhas da comunicação, enfim, um homem pronto para viver em uma nova escala de existência, um novo patamar de consciência, sem dor, sem preconceitos, sem mágoas, sem traumas.

A realidade parece sempre dar um banho de água fria nos otimistas. 1999 passou e, salvo ledo engano deste leigo que vos fala, nem a conquista projetada para 1983 foi alcançada, embora haja gurus místico-científicos apregoando fórmulas de interrupção da velhice. Os adeptos da Era de Aquarius devem andar macambúzios com a velocidade
de instalação da dita. Ela insiste em não vir. O conhecimento científico continua a se multiplicar em escala geométrica, mas o homem permanece o mesquinho e preconceituoso de sempre, aferrado a sua realidade, a sua verdade míope.

Vivemos num momento, pois, de morte das ideologias. O termo “fundamentalista” é visto com o horror pela grande massa. Os pregoeiros da nova era parecem ter errado tanto quanto qualquer grupo que supõe ter uma verdade. Nesses momentos de apatia ideológica, então, é que revoluções acontecem. Qual será a próxima? Se a união
ciência-misticismo, mas tendendo para a ciência, não deu certo, creio que a próxima revolução há de ser um misticismo-ciência: aceita-se as grandes conquistas e luzes que a ciência trouxe, mas volta-se a um estado de governo da voz mística, a voz do grande pai espiritual; ele é quem há de conduzir o rebanho.

Ora, toda revolução coloca em situação desconfortável os seus contrários. Os céticos e os fundamentalistas, então, hão de ser marginalizados. Ora, como seres sociais que somos, ninguém gostaria de ser marginalizado. A menos que exista, de fato, uma “verdade” e ela seja diferente da postulada por mais essa revolução.

E é. “Eu sou a Verdade”, disse Jesus. Nenhum outro “guru” jamais ousou afirmar algo assim. O tipo de relacionamento que você desenvolve com Ele determina em que lado do estouro da boiada você está.

O dia vem em que aquele que se posiciona ao lado da Verdade e que alimenta seu tipo peculiar de otimismo não há de ser frustrado. Só 01quero estar lá para ver.

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