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22
mar

“IRA”, 25/03

Comunicação

Você é nosso convidado para assistir o 4º tema da série Os 7 Pecados… Vamos refletir sobre os 7 pecados capitais, seus perigos e desdobramentos em nossa vida diária e como livrar-nos de cada um deles. Embarque nesta jornada em busca de transformação.

22
mar

Na sombra de Sua Mão

Gelson de Almeida Jr.

“(…) com a sombra de sua mão me cobriu” (Isaías 49:2 – ACR).


Dias atrás, um amigo me contou sobre uma situação catastrófica pela qual passou no mês passado, e que ainda o incomoda muito. Mostrou confiança em Deus ao falar que sabe que Ele tem um propósito em tudo o que acontece em nossa vida, mas que estava difícil de entender aquela situação. Situação extremamente penosa, que eu mesmo não sei como conseguiria suportar, mas ali estávamos nós conversando sobre o imponderável e tentando ver o lado positivo, a “atuação do Eterno”, em tudo aquilo.

Difícil confortar alguém naquela situação, mas o texto chave de hoje mostra que há momentos em que o Eterno, mais que permitir que as sombras venham sobre nós, nos coloca, de forma deliberada, na sombra. É difícil entendermos que há momentos em que Ele prefere nos tirar do sol radiante e nos colocar na sombra, somos imediatistas e de visão curta e isso nos impede de entender Seu vasto plano.

Quando me preparava para escrever fiz uma pesquisa e descobri que plantas que gosto bastante como antúrio, lírio da paz, begônia, flor de maio e orquídea branca se desenvolvem melhor na sombra. Muitas vezes achamos que o Pai está a nos deixar tempo demais na sombra, mas a sombra também faz parte de Seus desígnios. Portanto, na próxima vez em que sentir que a sombra envolve você ou sua vida, não murmure, pode ser a sombra da mão do Pai permitindo essa situação para que seu crescimento seja mais completo e eficaz.

21
mar

Vê se cresce!

Marco Aurélio Brasil

Há alguns dias eu conversava com os amigos do podcast Papo Reto sobre o que para mim parece uma obsessão excessiva e sem precedentes desta geração com a busca da felicidade individual. Praticamente no dia seguinte comecei a ler Os pais que queremos ser, excelente livro de Richard Weissbourd, que endossou essa minha impressão dizendo coisas como:

Especialmente se for do tipo pronto e acabado

“Cada geração de pais cria para si determinada missão pedagógica. No caso da geração atual, essa missão é a felicidade… Não há nada de errado, obviamente, em zelarmos pela felicidade de nossos filhos. Porém, ao fazer dela um fator tão essencial, podemos prejudicar de muitas maneiras seu desenvolvimento moral. [ele dá vários exemplos]… Muitos pais colocam a felicidade e a autoestima dos filhos antes de seu desenvolvimento moral. Esse é um fato preocupante…Segundo o órgão responsável pelo censo norte-americano, em 1970 a maioria dos calouros universitários declarava ter como prioridade a construção de uma filosofia de vida plena de sentido; já em 2005, essa prioridade era outra, uma versão da felicidade: `Ser rico o bastante para levar uma vida confortável’.”

Weissbourd argumenta que o excesso de preocupação com a própria felicidade e conforto é indício de imaturidade. Você mede o grau de maturidade, tanto de crianças quanto de adultos, pela capacidade que demonstram de equilibrar a busca de seus próprios interesses com os interesses e direitos da coletividade ao seu redor. Considerar o bem-estar alheio, portanto, é demonstrar maturidade moral e emocional.

Outro ponto bacana do livro que me fez refletir bastante está no momento em que ele bate na ideia disseminada de que o caráter é sacramentado na infância e depois dela é impossível crescer ou evoluir para uma visão mais madura e equilibrada moralmente. “Segundo estudos recentes, a verdade é que as qualidades morais do adulto podem oscilar de acordo com muitos fatores… Enquanto muitos indivíduos abandonam seus ideias com o passar do tempo, outros levam quase metade da vida para ambicionar ideais sérios. Alguns adultos tornam-se mais sábios, mais preparados para distinguir verdades morais importantes, enquanto outros veem sua noção de equidade reduzir-se a estereótipos grosseiros”.

Portanto, senhor adulto que se sente pronto acabado, lembre que você é uma pessoa em construção. Você está caminhando para se tornar um outro alguém, isso é inevitável. E os seus objetivos de vida determinam se esse outro alguém será mais maduro e equilibrado ou mais egoísta e autocentrado, ou seja, uma pessoa menor. Claro, seus objetivos de vida e também o que você faz com seu tempo livre e as relações que você escolhe deliberadamente cultivar.

Quando você se aproxima de Jesus Cristo, fica muito claro o caminho que Ele quer ajudar você a tomar; e se você permite, Ele é quem opera o querer e o conseguir fazer. A pergunta, portanto, é: quão perto dEle você tem se deixado estar?

Cresça e apareça.

17
mar

Trinta e Oito Anos

Gelson de Almeida Jr.

“Estou entregando a você o território… Comece a conquistá-lo e tome posse da terra”. (Deuteronômio 2:31 – BV)


Quando o Eterno pronunciou essas palavras a Moisés trinta e oito anos haviam se passado desde o triste episódio com os dez espias temerosos. Quanta dor, sofrimento e angústia por não haverem confiado no Eterno e em Suas promessas (Números 14:34)! Agora, novamente, perto da Terra Prometida, chegam à região de Hesbom. Siom, rei local, insiste em não deixá-los passar, ao invés de paz ele quer guerra, mas não seria uma guerra qualquer, seria uma guerra contra o povo que tinha Deus como Rei.

Você pode imaginar o final da história. Deus luta pelo Seu povo e entrega a terra e seus habitantes em suas mãos. A geração que não confiara nas promessas no Eterno havia acabado, uma nova geração nascera e crescera confiando no Eterno e em Suas promessas, a peregrinação de quarenta anos chegava ao fim e com ela a jornada em busca do refrigério e descanso na Terra Prometida. O final do texto chave mostra que aquela terra foi de posse perene para o povo de Israel.

Não sei há quanto você espera pela “Terra Prometida”, pelo cumprimento de uma promessa divina ou por um auxílio que parece não vir. Trinta e oito anos aquele povo esperava o cumprimento da promessa, teriam ainda aproximadamente mais dois anos até que ocorresse o cumprimento total, mas o Eterno não os desamparara um só instante. Cada dia, cada hora, cada minuto, cada segundo o Eterno os protegera e os guiara e, quando necessário, lutara por eles.

Talvez, neste exato instante, quando você está a ponto de perder a fé no Eterno e em Suas promessas, Ele está a lhe dizer: “Estou entregando a você o território, não desanime, a vitória está perto, o dia de sua redenção, o dia de parar de chorar e voltar a sorrir chegou”. Não há tempestade que Ele não acalme, não há dor que Ele não cure, não há sofrimento que Ele não acabe. Confie. Ele nunca falha.

16
mar

Aguardem…

Maninho Alves

Pr. Kleber Gonçalves apresentará série especial na Nova Semente no mês de abril com o tema ‘OS NOMES DE DEUS”. Em breve divulgaremos a data para que você possa se programar, sinopse e maiores informações sobre esta nova série Já se considere nosso convidado.

 

16
mar

Baixe nosso aplicativo

Comunicação

Através de nosso aplicativo você tem acesso a todo o conteúdo da Nova Semente. Vídeos, podcasts, informações, transmissões ao vivo, web rádio Nova Semente, blogs, etc…Não perca mais tempo e tenha tudo na palma da sua mão. Baixe na Play Store ou App Store.

15
mar

Equilíbrio, quartas – 19h

Comunicação

Pensando no crescimento emocional da saúde física, relacional e espiritual das pessoas a Nova Semente criou um espaço grupal de convivência baseado na leitura de livros que focam o equilíbrio emocional em busca uma vida melhor.

15
mar

Hoje, venha orar conosco

Comunicação

Hoje, às 20h, venha participar conosco da Sala de Oração. Traga seu pedido ou agradecimento para que possamos orar juntos! “Ele está perto de todos os que pedem a sua ajuda, dos que pedem com sinceridade”. Salmos 145:18

Programa_SalaDeOracao

15
mar

No Mundo Tereis Aflições

Gelson de Almeida Jr.

Pesquisando sinônimos para a palavra “aflição” encontrei  o seguinte: sofrimento intenso, agonia, tristeza pungente, preocupação e inquietação…

Muitos acreditam que o fato de serem cristãos é garantia de um passaporte para a felicidade, a prosperidade, a riqueza, etc. Infelizmente não é assim.

Se isto fosse correto Davi, homem segundo o coração de Deus, teria tido um reinado tranquilo e pacífico, mas, a história mostra que, logo após ser ungido rei em Hebrom, os filisteus juntaram todo o seu exército para prendê-lo (II Samuel 6:17). Esse episódio mostra que podemos estar certos de uma coisa, ao mesmo tempo em que recebemos grandes bênçãos do Pai, recebemos grandes provações do inimigo de nossa alma.

A História está repleta de “grandes homens”, imortalizados por grandes feitos, mas que tiveram seu quinhão de dor e sofrimento. Vejamos alguns exemplos, Beethoven, começou a ficar surdo aos 26 anos de idade; Helen Keller, palestrante, autora e ativista política, era cega e surda; João Bunyan, escreveu “O Peregrino”, quando estava num calabouço. A tribulação também foi marca registrada na vida dos grandes reformadores religiosos como P. Valdo, Savonarola, os Wesley, J. Knox, M. Lutero, entre outros. Acredita-se que o apóstolo Paulo sofria de cegueira, a ponto de ter um secretário para escrever suas cartas.

Enquanto estivermos nesse mundo, onde o pecado e o mal superabundam, a luta e o sofrimento farão parte de nossa vida, mas é através delas que nosso caráter será aperfeiçoado. Cristo nos disse que no mundo teríamos aflições, mas completou dizendo que deveríamos ter bom ânimo, pois Ele havia vencido o mundo e todas as suas provas (João 16:33).

14
mar

Coisas que as epístolas me dizem

Marco Aurélio Brasil

Foi um professor da faculdade de Direito quem sugeriu que fizéssemos nossa iniciação ao pensamento filosófico não por Platão, Descartes, Spinoza, Agostinho ou Kant, mas por Paulo de Tarso. Esse professor advogava que nenhum desses pensadores havia ido tão fundo quanto o autor da maior parte das cartas. Contudo, a gente pode achar no meio dos escritos de Paulo conselhos para que determinadas pessoas se reconciliem, pedidos de remessa de suprimentos, toques sobre organização da igreja e por aí adiante. As epístolas, na verdade, têm
pouco de teses acadêmicas de teologia, e muito mais de fé em exercício. Alguns ficam aborrecidos com trechos das epístolas aparentemente teóricos demais, mas atrás de cada linha está um
conceito que visa nos ajudar em nossas escolhas mais banais.
 Muitos cristãos levam em conta apenas e tão somente o Novo Testamento, e não há poucos que mesmo daí só circundam umas poucas páginas ou textos deles, mas é interessante notar que quando os apóstolos construíram o arcabouço teológico do cristianismo, o fizeram sobre as bases antigas do Velho Testamento. Bem diferente do que vemos agora, em que uma geração tem que necessariamente dinamitar o que as outras fizeram – partindo da premissa de que pelo simples fato de eles (os velhos) serem os autores está errado -, os apóstolos limitaram-se a explicar como Jesus Cristo confirmava o que estava no Velho Testamento e qual o impacto que isso tinha sobre o mundo agora.

Um breve voo panorâmico: em Romanos, Paulo enfoca principalmente a resposta à pergunta que tem sido feita desde sempre e continua a ser ouvida agora: o que devemos fazer para sermos salvos? E a resposta é: creia. Em I Coríntios ele se debruça sobre o problema de uma igreja dividida por teologices e com uma ideia equivocada do papel de cada um na construção da igreja, acreditando que manifestações exteriores e sobrenaturais de “unção do Espírito” fosse distintivo de santidade. A mesma igreja começou então a apresentar outro tipo de problema,entronizando líderes humanos como guias de diversas facções, e Paulo se dispôs a combatê-lo em II Coríntios. Em Gálatas ele está às voltas com os que acreditavam ser necessário manter ritos e formas da religião judaica que apontavam para o Messias no futuro, a fim de salvarem-se. A seguir o vemos mostrado aos Efésios que a salvação é idêntica para todo e qualquer ser humano, mas que abraçá-la significa dispor-se a mudar de atitudes. Filipenses é um poderoso cântico de ânimo entoado por um prisioneiro cuja fé não se abalava com nada. Colossences traz a face mais rotineira da fé em ação, curando as relações familiares. Aos Tessalonicenses ele afirma categoricamente que toda a devoção daquela igreja não seria vã; o advento de Jesus seria o galardão, ressuscitando mortos e reunindo os separados.As epístolas a Timóteo e a Tito têm confortado e orientado a milhares que se dedicaram ao ministério ao longo dos séculos, Filemon desafia nossos paradigmas de justiça ante a graça de Cristo, Hebreus didatiza a revolução que a morte e ressurreição dEle representam na forma de se encarar a religião, Tiago cobra atitude dos que receberam a Cristo. Pedro fala das dores da perseguição, da nossa atitude para com elas e de seu maior tesouro, a esperança na volta de Jesus. João fala de amor genuíno, da sua fonte, e da necessidade de termos cautela com os falsos mestres. Por fim, Judas também adverte contra falsos profetas e também aponta para um futuro luminoso.

Por trás de cada carta, alguém totalmente entregue nas mãos de Cristo. Em todas elas a certeza de que problemas não faltam, mas força para os vencer está disponível e razões para aplicar-se nisso não nos faltam. Em todas, uma teoria que é viva, uma prática que tem firmes bases. Em cada uma, um retrato, maior ou menor, de um Deus que continua se desvelando para nos levar ao pleno conhecimento Seu.

E, no entanto, essas são apenas algumas poucas coisas que as epístolas me dizem.

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