Chega de Teoria

Chega de Teoria

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Certa feita, um missionário que pregava a hindus, viu uma mulher sair no meio de uma mensagem sua para então voltar, instantes depois, e ouvir o restante da mensagem com muito maior atenção.

Quando o culto acabou a mulher foi cumprimentar o missionário com um grande sorriso nos lábios, o homem perguntou-lhe então porque saíra no meio da pregação e ela disse:

Fui perguntar a um de seus auxiliares se o senhor realmente pratica as coisas que prega. Ele disse que sim, voltei mais interessada que antes. Estou ansiosa por ouvir alguém que viva as coisas que ensina aos outros.

Certa escritora cristã, falecida no começo do século XX, escreveu que a razão de muitos parentes e amigos nossos não aceitarem a mensagem que levamos até eles é que, quando comparam sua vida com a nossa, veem que a diferença é muito pequena, concluem que não vale a pena uma mudança tão grande no estilo de vida para se continuar fazendo as mesmas coisas.

Se a pergunta feita pela mulher hindu fosse feita a seus amigos, parentes, familiares diretos, colegas de trabalho, etc., o que diriam a seu respeito? Em sua carta Tiago fala que de nada vale nossa fé se não for acompanhada por obras condizentes e que a mesma lei utilizada para julgar nossa fé será utilizada para julgar nossos atos (2:12 e 14).

O mundo está cheio de teorias religiosas, mas carente de exemplos que mostrem essas teorias de forma prática. Não deixe de pregar nunca, mas cuide para não correr o risco de passar vexame ao verem que suas “obras” não são condizentes com sua pregação.