Monthly Archive: setembro 2017

29
set

O Tempo está acabando! Prepare-se.

Gelson de Almeida Jr.

Certo nobre possuía um bobo para lhe alegrar e entreter. Querendo agradá-lo deu-lhe um bastão, era um sinal distintivo para que todos soubessem que ele era o melhor em seu ofício, mas disse-lhe que deveria passar o bastão adiante caso encontrasse alguém melhor que ele.

Anos mais tarde o nobre, acamado, e com doença terminal, mandou chamar o homem. O diálogo que se seguiu foi mais ou menos o seguinte:

– Então, meu bobo, estou prestes a fazer uma viagem.

– Curta ou longa?

– Longa

– Quando pretende voltar, em um mês?

– Não.

– Dentro de um ano então?

– Não

– Nem dentro de um ano! Quando é que volta então?

– Não volto nunca mais.

– Meu senhor não volta nunca mais! Quais preparativos fez para a viagem?

– Nenhum

– O que, pretende se retirar para sempre e não fez preparativo algum! Olhe, tome o bastão, é seu. Nem eu, sendo bobo por profissão, cometeria tamanha estultícia.

Infelizmente muitos agem como o homem da história, vivem sem se preocupar com o dia de amanhã. Cristo contou a parábola do homem que tinha duas preocupações na vida, ajuntar posses e viver regaladamente. Termina a parábola dizendo: Insensato! Esta noite sua vida lhe será exigida (Lucas 12:20a – NVI).

Não quero, de modo algum, “rogar praga” para a vida de ninguém, muito menos bancar o “profeta do caos”, mas quero apenas fazer uma pergunta: Como está seu preparo para aquele dia, o dia do encontro com o Eterno?

Também conhecido como “santificação” esse processo dura a vida toda. Não existe preparo de última hora. Se você já começou, parabéns, apenas continue, se ainda não começou, agora é o momento de iniciar. Não perca tempo, prepare-se, o tempo está acabando, logo o Eterno virá em glória e majestade buscar aqueles que procuraram se preparar devidamente, o que será de você?

28
set

Em espírito e verdade

Marco Aurélio Brasil

Precisamos repensar nossa relação com o lugar em que nos reunimos para adorar. Nós convencionamos chamá-lo de igreja, mas essa palavra jamais designa um lugar na Bíblia. Ao contrário, igreja é sempre uma coletividade de pessoas.

Catedral de São João, em NY, EUA.

A samaritana questionou Jesus sobre onde era o lugar certo para adorar, se em Jerusalém ou no monte onde os israelitas do norte adoraram por centenas de anos, e a resposta do Mestre foi “Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai” (João 4:21). Na dispensação cristã, a adoração perdeu seu caráter geográfico. Se até aqui o povo escolhido estava plantado em um local por onde passavam as caravanas comerciais do mundo todo, numa dinâmica centrípeta, agora o povo escolhido era mandado “a todas as nações“, fazendo discípulos, ensinando e batizando (Mateus 28:18-20). A dinâmica da propagação do conhecimento sobre Deus agora é centrífuga.

O templo da adoração judaica perdeu seu status sagrado. No exato momento em que Jesus expirou, o véu do santuário se rasgou. O que o templo signficava foi substituído pelo próprio Jesus, e, em menor medida, pela igreja, que agora sai por aí como templos ambulantes, levando a dimensão do sagrado 24 horas por dia por onde andamos. Ou é o que deveria acontecer.

O prédio da igreja foi inventado quando a igreja saiu da condição de clandestina, no domínio do pseudo-cristão imperador romano Constantino. Ele mandou erguer os primeiros locais de adoração, imitando os prédios públicos romanos, que, por sua vez, se inspiraram nos teatros gregos. Os teatros foram desenhados para que uma enorme massa de expectadores assistissem a performance de uns poucos performers profissionais.  Ele criou a casta dos religiosos profissionais, deu-lhes uma roupa diferente da dos demais (imitando os cultos pagãos), fez os prédios altos e cheios de imagens supostamente sagradas para instigar reverência e pequenez e fez tudo para a glória de seu próprio nome.

Passados 16 séculos, ainda estamos presos no estigma daquelas opções. Ao chamar o prédio de igreja e a ele se dirigir para “assistir” um culto (culto não se assiste. Se presta!), estamos reproduzindo o comportamento de quem consome um espetáculo artístico. Ficamos ali, criticando a performance de quem está lá na frente, e sentimos que aquilo nos conectou a Deus de alguma forma. Somos levados a pensar que religião é algo que se efetiva passivamente. Quando tratamos o prédio como a igreja e vamos a ele para “nos encontrar com Deus”, compartimentalizamos o sagrado naquele lugar e naquele horário, nos indispondo para encontrar a Deus nos outros momentos todos da semana.

E isso é ruim.

Precisamos repensar nossa relação com os tijolos empilhados que formam aquilo que chamamos de igreja. Isso se quisermos ser a igreja.

27
set

Testemunhando

Gelson de Almeida Jr.

Há muitos anos, na cidade de Bedford, três mulheres conversavam à porta de uma residência acerca de sua experiência espiritual. Muito entretidas, não perceberam a chegada de um homem, que ficou a ouvir o que falavam. Aquilo marcou-o tanto que decidiu conhecer mais acerca do Jesus de quem falavam as mulheres, afim de ter experiência parecida com a delas. Se converteu, seu nome, John Bunyan, autor da célebre obra “O Peregrino”. E as mulheres, quem eram? Nunca se soube quem eram, mas, com certeza, deram testemunho eficaz da fé que abraçavam.

Provavelmente aquelas mulheres morreram sem imaginar o valor de um verdadeiro testemunho e a extensão do que fizeram naquele dia. A verdade, porém, é que somente a eternidade revelará o tamanho e a extensão do testemunho que deram em sua vida.

Ao longo da vida tenho encontrado pessoas que, em tom de desânimo, afirmam saber do seu dever de levar almas aos “pés de Cristo”, mas que se sentem incapazes de fazer isto, dizem “não ter jeito para a coisa”. Sempre digo que, muito mais importante que pregar Cristo para as pessoas, é viver Cristo para as pessoas.

O mundo precisa conhecer Cristo, apresente-O ao mundo, fale de Seu amor, mas mostre o Seu poder, poder que vivifica e transforma todos os que a Ele se achegam. Um exemplo de vida vale mais que muitos sermões pregados na mais imponente igreja.

26
set

Parábola

Marco Aurélio Brasil

Torno a falar-lhes por parábolas, dizendo: Apesar de serem dez os filhos, nenhum deles podia reclamar de falta de amor daquele pai. Havia ali em dose suficiente para cada um, e sobrava bastante. Para que tivessem uma infância e juventude saudáveis, aboletou-se com eles em uma praia paradisíaca, onde tinham espaço e liberdade. Havia um único lugar proibido: o porto, onde, de quando em vez, atracavam navios mercantes do oriente distante. Esses orientais tinham fama de aliciarem jovens nativos que nunca mais eram vistos.

Você já imagina o que aconteceu. Um dia, os filhos saíram juntos para brincar e não voltaram mais. O pai procurou por toda parte, chamou o nome de cada um, e constatou então que o que mais temia havia acontecido. Decerto seus filhos haviam sido seduzidos a embarcar. Por temer que aquilo fosse acontecer um dia, o pai já tinha um plano engatilhado. Vendeu seu negócio, amealhou uma boa quantia e comprou uma passagem para o oriente. Fez um longo, muito longo caminho, para trazer os filhos de volta.

Encontrou-os espalhados, miseráveis mas encantados com as cores, cheiros e texturas daquela terra distante. Horrorizado, constatou que eles já não se lembravam mais dele e não queriam sua companhia.

O pai instalou-se em um lugar onde poderia acompanhar as vidas de seus filhos. Decidiu que, já que eles não queriam contato com algum com ele, teriam sua vontade respeitada; ele ficaria à distância.
Escolheu um deles então, e começou a mandar pelo correio dinheiro, para tirá-lo da mendicância, e fotos de sua vida passada cheia de felicidade – nas quais o filho mal se reconhecia – acompanhadas de cartas prometendo restaurar aquela felicidade se tão somente ele retornasse, garantindo que ele estava muito, muito perto. Pedia, também, que esse filho contasse aos outros essa notícia fantástica.

O dinheiro fez muito bem àquele filho. No contato com os irmãos, demonstrava que era superior, já que era objeto dos favores especiais do pai – embora a palavra pai fosse esvaziada de sentido para todos. Claro que ele não contou a nenhum deles que aqueles favores todos estavam à disposição de cada um deles. Como havia melhorado de posição, resolveu evitar o contato com os irmãos, apenas dando uma olhada em suas práticas e imitando sua devoção ao que chamavam de pais, pinturas de venerandos homens orientais pintadas por eles próprios.

Durante todo o assédio daquele pai desconsolado, os orientais não deixavam de seduzir os irmãos, de modo que eles estavam se tornando cada vez mais parecidos com eles até mesmo fisicamente. O pai via tudo, e chorava. Sentia-se só.

Tanto mais quando aquele filho que ele havia escolhido para ser o porta-voz de sua misericórdia passou a rejeitar suas cartas. De fato, esse filho preferiu voltar ao estado de mendicância e escravidão na terra estrangeira, seduzido por quinquilharias e substâncias que causavam prazer tão intenso quanto efêmero. Aquele homem, pai de dez filhos, ainda tendo nos ouvidos os gritos alegres das crianças em sua casa, a algazarra típica de uma casa cheia, padecia uma profunda e irreversível solidão.

Mas o amor poderia levá-lo ainda mais longe. Ele se tornaria um mendigo entre seus filhos. E continuaria a apelar.

23
set

Não há pessoas más

Um amigo adventista das terras de África me apresentou nesta sexta uma frase que afirmava o seguinte: “as pessoas não são más, tão somente estão perdidas”. Não há dúvida de que seja uma frase que demonstre a visão de quem acredita no amor, na compaixão, sobretudo em uma segunda chance. Se partirmos de um contexto em que a maldade fora exercitada, e havendo uma chance para um aconselhamento profundo e paciente, é possível levar com que o autor da ação enxergue seus atos maus, as consequências deles decorrentes e assim se arrependa, transformando-se.

É uma atitude nobre, convenhamos, ao que bastaria conceituá-la por cristã. A propósito, como discípulo de Cristo você se permitiria estender a mão a quem lhe faça uma maldade? Afinal, não diz o mandamento que devemos amar nossos inimigos e orar por quem nos persegue? E tendo a oportunidade de expor um viés positivo, transformador, a quem se mostre pautar por atos de maldade, você o faria? Lembre-se do que disse Paulo: “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Ao mesmo tempo, destaque-se o que se encontra escrito na carta aos Hebreus, segundo o Eterno Deus: “Porque Eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados”.

Uma coisa é preciso que se diga. A cada ato, sua responsabilidade. Se a maldade faz com que uma vida se perca, um bem seja tomado injustamente, tal ato, por certo, deve ser reparado pela justiça. Contudo isso não quer dizer que o agente deva ser deixado fora do alcance de atitudes que possam transformá-lo. Há quem se valha de especialidades como a psicologia para reparar tal caráter. Um bom caminho a ser apresentado ao homem mau, depois da revelação do caráter e da missão de Jesus Cristo, é o conteúdo do sermão da montanha. Há ali razões o suficiente para se manter um diálogo profícuo, em que pese boa parte dos homens “bons” desconsiderá-lo. Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus.

Importa sabermos que mesmo que todos nasçam pecadores, e segundo as escrituras citadas por Paulo não haja um justo sequer, nem todos se tornam maus. A maldade, sabemos, pode advir de um desvio de caráter, contudo pode ser apenas uma reação do indivíduo diante do mundo, motivado pelo que possa ter vivenciado em seu passado. Um filho, por exemplo, que passou a infância e/ou adolescência apanhando, sendo injustiçado ou mesmo renegado por seus pais, pode muito bem reagir dessa forma quando adulto.

A maldade pode ser uma atitude com a qual a pessoa desconte no mundo algo que no passado tenha lhe atribuído dor e sofrimento profundos. Identificada tal limitação, é preciso trabalhá-la, mostrando o quanto a vida pode ser boa e o bem deve ser praticado, sem olhar a quem, pois até mesmo indivíduos maus podem estar sofrendo e precisando de um ato de bondade para que se transformem, encontrando-se como pessoa humana. Pensemos nisso. Feliz sábado.

Sadi – O Peregrino da Palavra

20
set

Reclamar, pra quê?

Gelson de Almeida Jr.

Difícil achar quem nunca tenha reclamado da vida, ou de situações do cotidiano, mas você já parou para pensar em quantas vezes já reclamou de alguma coisa ou quanto tempo já gastou reclamando?

No final da tarde do último sábado, 16/09, o Brasil foi surpreendido com a notícia da morte do jornalista Marcelo Rezende. Não quero gastar tempo elogiando ou denegrindo seu trabalho, principalmente nos últimos anos quando se especializou em comentar notícias policiais, mas quero louvar a atitude do homem Marcelo. Assistindo um especial sobre sua vida, vi trechos da sua última entrevista e fiquei boquiaberto com uma resposta dada ao repórter ao ser perguntado se estava chateado, ou se tinha algo a falar da terrível doença, recém descoberta. Sua resposta foi singular e positiva: “Não vou reclamar, não tenho o que reclamar, reclamar por quê, por uma doença que me acometeu agora? Eu tenho mais de 60 anos e nunca tive nada, porque vou reclamar agora? Deus me deu uma vida inteira sem nada, porque vou reclamar agora por causa dessa doença? ” Disse ainda que sua fé em Deus vinha de há muito e que sabia que Ele faria o melhor.

Que testemunho de gratidão e confiança em Deus! Confesso que não imagino qual seria a minha reação se, como ele, tivesse uma sentença de morte sobre a cabeça. Por muito menos que isso, pneu furado ou trânsito quando estava atrasado, problemas no serviço, etc. eu reclamei, nem quero pensar o que faria no lugar dele.

Paulo recomenda: “Estejam sempre agradecidos, haja o que houver…” (I Tessalonicenses 5:18 – BV), afirma ainda que o Eterno não permite que venha sobre nós nenhuma situação que não possamos suportar e junto com a prova vem o escape (I Coríntios 10:13). Reclamação não deveria fazer parte do cotidiano dos filhos de Deus. Não sei como você lida com os problemas do dia a dia, mas espero que não seja daqueles que sempre estão a reclamar. Afinal, reclamar pra quê?

17
set

INcanta, estreia 21/09, 20h

Comunicação

INcanta é um programa musical para sua maior INtimidade  com Deus. Toda a estrutura musical da Nova Semente, banda, cantores, produção, estará disponível para que você possa viver uma experiência real com Deus através da música.

15
set

Aprovação do Mestre

Gelson de Almeida Jr.

Um jovem violinista apresentava seu primeiro recital. Apresentava uma performance irrepreensível e a cada música tocada os expectadores vibravam cada vez mais. O jovem agradecia, mas parecia não se impressionar com os aplausos, apenas olhava para o para o alto, para a galeria. Quando soaram os derradeiros acordes um ancião, na galeria, fez um sinal de aprovação com a cabeça, o rosto do jovem se iluminou. Nenhum aplauso compensava a aprovação do seu mestre.

Em nossa jornada diária somos colocados à prova inúmeras vezes, a cada ato, não importa de que tipo seja, podemos ser aprovados ou desaprovados pelos que nos rodeiam. Muitos serão sinceros, outros serão falsos, muitos serão honestos, outros serão injustos, mas de nada importa o que nos aconteça, o que realmente vale a pena são os aplausos do Mestre.

Nossos atos podem alegrar ou entristecer o Mestre, receber aplausos ou reprovação. A prova final será quando Ele voltar em glória e majestade para buscar os Seus filhos/amigos, aqueles que Lhe foram fieis e a estes Ele dirá: “Venham, benditos do meu Pai, recebam como herança o Reino que lhes foi preparado…” (Mateus 25:34 – NVI).

Não se preocupe com a aprovação de homens, preocupe-se com a aprovação do Mestre, não importa o que você fizer faça-o para honra e glória de Deus (I Coríntios 10:31) e olhe para o alto, lá na “galeria” estará o Mestre com Seu sinal de aprovação.

14
set

Perseguição implacável

Marco Aurélio Brasil

Muitas das bem-aventuranças de Mateus 5 são polêmicas, existe uma porção de controvérsia sobre seu significado, mas talvez nesse quesito a última se destaque. O que Jesus quis dizer com “bem aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:10)? As bem-aventuranças anteriores parecem indicar certas qualidades de caráter ou uma condição social, mas esta aqui nitidamente se refere à forma como outras pessoas reagem a quem você é ou a o que você faz.

Acho que a leitura descuidada da última bem-aventurança se reflete claramente na política. Toda vez que um homem público é acusado de algum “malfeito” (para empregar sarcasticamente o eufemismo popularizado na era Dilma), ele começa a cantilena da perseguição política. O mesmo ocorre não tão frequentemente mas com maior significado na esfera religiosa. Edir Macedo estampou uma foto dele lendo a Bíblia atrás das grades na capa de seu primeiro livro de memórias (Edir Macedo ficou 15 dias preso em 1992 sob as acusações de “charlatanismo, estelionato e lesão à crendice popular”). Com uma imagem dessas não é necessário qualquer subtítulo ao livro, qualquer cristão sente o cheiro da última bem-aventurança ali.
D. Martyn Lloyd-Jones começa a explicar sua visão do que significa a última bem-aventurança indicando o que ela não é. Penso que este é um método muito eficaz. Lloyd-Jones comenta que Jesus não está enaltecendo os perseguidos por atitudes dignas de objeção, nem os perseguidos por serem pessoas difíceis, nem os crentes perseguidos por serem grosseiros e inábeis ao testemunhar. Jesus seguramente não chama de bem-aventurados os perseguidos por serem fanáticos ou excessivamente zelosos. Jesus tampouco está abençoando com uma promessa fantástica (o trono do reino dos céus!) os que sofrem retaliações por defenderem alguma causa de natureza política ou sequer pessoas perseguidas por serem boas ou nobres de caráter. Bondade e nobreza de caráter não costuma atrair esse tipo de oposição.
Ser perseguido por causa da justiça significa sofrer as consequências negativas de imitar a Jesus Cristo. As consequências de ter o olhar de Jesus sobre outras pessoas, a firmeza ética inabalável mesmo diante de consequências negativas para si ou para os que ama, a propensão automática ao autosacrifício e ao serviço, o amor apaixonado por toda criatura que carrega em si a imagem e semelhança do Criador. Esse tipo de atitude, Jesus adverte, atrai algumas pessoas e suscita ódio em outras. Assim como ninguém era indiferente a Jesus, acontece com quem põe os pés sobre Suas pegadas também.
O reino que não passará jamais é dessas pessoas. Logo, por confiar em Quem fez a promessa, é o tipo de pessoa que eu passo a querer ser.
Feliz sábado, @migos!
Marco Aurelio Brasil, 08/09/17

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