Monthly Archive: março 2014

31
mar

Que dia é hoje?

Adriano Vargas

Foto tirada dum bolo de chocolate de Goiânia.

Sei que toda segunda-feira, como dizem alguns, talvez seja o dia mais difícil de sair da cama e enfrentar os gigantes deste mundo tenebroso. Mas algo que me conforta muito é que nas regiões celestiais, no céu, é lá mesmo… não existe diferença ente domingo pela manhã ou segunda a tarde.

O Eterno quer se comunicar com você do mesmo modo, seja no seu local de trabalho ou quando estiver orando numa igreja. Seu profundo desejo é ser honrado igualmente à mesa do jantar ou durante um rito da igreja como uma santa ceia.

É possível que você até passe dias sem pensar em deus; ele, no entanto, não passa um único momento sem se lembrar de você...

Ao perceber isso, minha segundona, fica bem diferente! É como digo: “se pensássemos mais em Deus, pensaríamos nele com mais freqüência…“. Pensar no Eterno e em todas as coisas relacionadas com ele é uma questão de disciplina. Se você levar seus pensamentos “à obediência do Cristo”, sua mente será cheia de contentamento e alegria que Espírito Santo concede.

Minha dica é: faça o teste hoje!

Não se preocupem com nada, mas em todas as orações peçam a Deus o que vocês precisam e orem sempre com o coração agradecido.” Filipenses 4:6 (NTLH)

30
mar

# O tempo é agora

Conta uma história que um rabino voltava para sua casa tarde da noite, quando ao passar pela casa do sapateiro, notou a luz de uma chama ainda queimando. Bateu à porta e ao ser atendido, perguntou: “Por que trabalha ainda tão tarde?”. Eis que o sapateiro lhe respondeu: “Enquanto há chama na vela, é possível reparar”. Aquela resposta despertou no rabino a grande sabedoria espiritual que as palavras continham. Nós, chamas vivas, enquanto vivermos, podemos e devemos reparar nossos erros.

A vida nos foi dada para ser vivida para as boas obras, estendendo-as ao maior número de pessoas possível, contudo, para que elas sejam recebidas pelo mundo espiritual, é preciso que estejam validadas pela transformação de nosso velho homem em um novo, pois só assim o teor mais especial da vida, qual seja o sentido da volta ao Eterno, poderá ocorrer.

Não há um homem justo. Nem um sequer. Todos são talhados no erro desde o nascimento, e por ele seguem, de alguma forma, praticando injustiça, acreditando no engano, sofrendo e fazendo sofrer. Somente o homem que reconhece que entre o seu levantar e o deitar pratica o erro, poderá a tempo, transformar-se. Acima de tudo, deve saber que não pode alcançar tal plenitude se o Eterno não estiver com ele.

Toda revelação nas antigas escrituras permitiu aos homens conhecerem a si mesmos e as sombras das luzes de um porvir que a mensagem refletia. Mediante a entrega de Jesus por ocasião de sua vinda, alguns daquela geração e das posteriores reconheceram nele a luz, afinal, cumpria-se o propósito do sacrifício definitivo, seguido da ressurreição. O que resta daquelas sombras primeiras será vivenciado por ocasião de sua segunda vinda, quando ao fim, tudo será transformado.

Para vivenciar com êxito esse tempo futuro, é preciso conhecer o caminho agora. E para estar nele é necessária a disposição para conhecer a Palavra, pois somente nela aprendemos quão fundamental é a disponibilidade para ser um instrumento na obra; assim como o discernimento para transformar-se segundo a essência; e, por fim, o desprendimento que nos manterá conectados à verdade.

Através da luz dos mandamentos e da lucidez que nos acrescenta a fé em Jesus, compreendemos melhor nosso caminho de volta a Deus. A obra espiritual que está diante de nós, realizando-se para que nosso retorno se efetive, é o que de mais precioso possa ser reconhecido, aceito, buscado e vivido pelo ser humano.

O apóstolo Paulo, consciente da importância da graça em relação a nossa transformação, aconselhou: “…exorto que não recebais a graça de Deus em vão, porque diz: Ouvi-te em tempo aceitável e socorri-te no dia da salvação; eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (2 Cor. 6).

Sua citação dirigida a nós estava diretamente ligada à mensagem divina que revelara o senhorio de Cristo ao profeta Isaías: “Assim diz o Senhor: No tempo aceitável te ouvi e no dia da salvação te ajudei” (Isaías 49).

Abra sua bíblia. Leia-a. O tempo é agora para a transformação. Enquanto vivermos, devemos agir, chamas que somos sem saber o momento em que podemos extinguir. O tempo é agora, para conforme a revelação da graça que nos foi dada, buscarmos mediante a fonte da luz, reparar nossos erros.

Shalom!

Sadi – Um Peregrino da Palavra.

29
mar

# De tempos em tempos

E pensar que tantas experiências foram ditas vividas em nome de Deus. Digo isto tomando como base as ocorrências após a ressurreição do Mestre. Já no livro de Atos dos Apóstolos apresenta-se o relato da celeuma se gentios deveriam converter-se ao judaísmo ou não, culminando na decisão do primeiro concílio havido entre os principais seguidores e discípulos do Cristo. (Atos 15).

Daí em diante, as razões em torno do Messias resultam discussões e, consequentemente, doutrinas. Chega-se ao século IV, quando o imperador Constantino torna o cristianismo religião oficial do império romano. E doutrinas e mais doutrinas seguem surgindo, dando razão aos interesses de poder, em decorrência de um pensamento estreito quanto à compreensão da harmonia havida entre o Novo e Antigo Testamentos.

Seguem os tempos e judeus e cristãos estão em lado opostos; discípulos do Mestre tomam os seguidores do Deus de Abraão, Isaac e Jacó como algozes dignos de morte, quando basta uma simples interpretação dos textos sagrados e das palavras de Jesus para que se nos revele ter sido o próprio Pai quem, de fato, entregou o Filho ao sacrifício, tendo este aceito ser entregue por sua vontade em obediência ao Eterno.

Agora é o século VII; surge a figura de Maomé, que mesmo ao dizer-se visitado pelo anjo Gabriel e recebido dele mensagens, não rejeitava completamente o judaísmo e o cristianismo, desejando restaurar tais ensinamentos originais, há muito esquecidos. Passa o tempo e no alvorecer do novo milênio, precisamente em 1054, há o grande cisma na igreja católica, fazendo surgir sua irmã, a igreja ortodoxa.

E assim seguiam os ‘estudos’, a ‘comunhão’, e um sem fim de discussões, guerras e atrocidades em nome de Deus, especialmente dos cristãos em defesa da honra do nome de Cristo. Como se ele ou o próprio Eterno precisassem disso, mas, enfim, ocorreram.

Até que no século XVI, Lutero dá um basta aos desmandos dos dirigentes da igreja, contestando algumas de suas doutrinas e pregações em face da contradição para com as palavras do evangelho. Um ato significativo para época, mas nada quanto marcaria os séculos seguintes. Temos então, o protestantismo. Chegamos a um ponto satisfatório em relação ao conhecimento da Palavra de Deus…mas, espere um pouco: satisfatório?

As doutrinas continuaram se dividindo, e por elas as denominações multiplicaram-se, e nos novos tempos surgem os velhos usurpadores do poder sob a bandeira do evangelho, sempre com a mesma vestimenta da santidade dos tempos idos, enriquecendo-se, pregando uma doutrina que de tão distorcida, nunca poderia ser chamada – cristianismo. Afinal, Jesus não é o mesmo ontem, hoje e amanhã? O que fizeram os homens, em nome de Deus, até o presente momento? Deixaram o contexto bíblico de lado e digladiaram-se ao longo dos séculos, esquecendo-se de Cristo, de seu amor por nós e de sua mensagem. Poucos são os que ainda adoram ao Pai em espírito e verdade.

Não vos deixeis levar em redor por doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça…Ora, o Deus de paz, que pelo sangue da aliança eterna tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda a boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em vós o que perante ele é agradável por Cristo Jesus, ao qual seja glória para todo o sempre. Amém”. (Hebreus 13:9).

Shalom

Sadi – Um Peregrino da Palavra.

27
mar

Guia fácil sobre como se arrepender

Marco Aurélio Brasil

Quando a multidão que ouvia a Pedro estasiada no Pentecostes perguntou o que deveriam fazer, a resposta do apóstolo foi “arrependei-vos e cada um de vós seja batizado” (Atos 2:38). O arrependimento, portanto, entra na equação da salvação. É um requisito. E a boa notícia é de que é um presente.

Uma página de minha Bíblia adiante vemos o mesmo Pedro afirmando intrepidamente perante as autoridades que haviam condenado Jesus à morte: “O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro; sim, Deus, com sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados” (Atos 4:30 e 31).

É Deus quem dá o arrependimento, portanto. E Ele o dá assim, ressuscitando Seu filho crucificado. O mecanismo para receber esse presente, que é um pré-requisito de nossa salvação, é encarar o Cristo crucificado e depois ressuscitado. Meditar nisso. Ruminar o que representou essa série de eventos que mudou o curso da História. Porque o arrependimento é um efeito dessa atitude, não é um pozinho mágico que Deus derrama em nossos olhos e passamos a não gostar dos pecados que cometemos. Nós só nos arrependemos deles quando os comparamos com a atitude de Jesus na cruz. Só aí eles nos aparecem como a coisa asquerosa e nojenta que de fato são.

Faça isso e viva!

26
mar

Invisíveis

Gelson de Almeida Jr.

Semanas atrás uma pessoa me disse que queria ser invisível para poder ficar em seu local de trabalho e saber o que falavam em sua ausência. Ri da situação, mas lembrei que também já tivera este desejo, na verdade, é difícil imaginar quem nunca o tenha tido. Mas será que é bom ser invisível?

Em 2002 a Banda Ultraje a Rigor lançou um álbum intitulado “Os Invisíveis”, onde colocaram músicas do longo período em que não apareciam na mídia, eram invisíveis. Fernando Braga da Costa, para um trabalho de graduação (Psicologia – USP/1993), se vestiu e trabalhou como gari. Afirma que as pessoas não viam o ser humano que lá estava, viam apenas um uniforme e uma ocupação, desviavam dele como se desvia de um obstáculo. Isto o intrigou tanto que aquilo que começou como trabalho de graduação terminou em tese de Mestrado e Doutorado (2008).

A invisibilidade social é muito mais praticada e comum que se imagina e é preciso muito esforço e atitude para não a praticarmos. Neste assunto Cristo também foi Mestre. Sempre buscou ajudar e estar com os excluídos e os menos favorecidos. Zaqueu escondido na árvore, a mulher samaritana junto ao poço, a mulher pecadora, Maria Madalena, o cego e mendigo Bartimeu e o paralítico no tanque de Betesda foram apenas alguns invisíveis com quem se relacionou e os restaurou.

Duvido que você esteja perto da invisibilidade dos exemplos acima, mas já deve ter passado por algo parecido em algum momento de sua vida. A invisibilidade social, não importa em que grau se apresente, incomoda, machuca, abate e deprime, mas a boa notícia é que nunca somos invisíveis para o Deus que tudo vê, tudo sabe e tudo pode. Um Deus que cuida de nós como se não tivesse mais nada para fazer em todo o Universo. Que maravilha ter Alguém que se preocupa deste modo conosco! Os homens falharam, não se preocupe, Ele nunca falhará. Você é Sua maior prioridade.

25
mar

Eu e o Deus que eu não queria

Marco Aurélio Brasil

O fato, caros amigos, é que Deus é Deus e não uma projeção do que gostaríamos que Deus fosse. Ele às vezes silencia. Ele tem o tempo dEle, tão diferente do nosso. Às vezes Ele fecha portas incríveis e parece abri-las para infiéis, gente que absolutamente não mereceria. Ele responde “não” a orações que pra nós é óbvio que mereceriam um retumbante sim. Ele às vezes parece se esquecer de nós e com dolorida frequência permite que o mal triunfe, que a corrupção grasse, que o crime valha a pena. Noutras parece ter prazer em perdoar gente que preferiríamos ver bem castigados. E Deus nos pede pra imitá-lo… até nisso. Ele pede pra se relacionar com Ele todo santo dia. Pede pra amar os outros mesmo quando as coisas não estão tão bem pra nós. 

A Bíblia tem algumas histórias de pessoas que tinham expectativas ilegítimas sobre Deus.  Eles esperavam que Deus fosse diferente do que de fato é. Elias, Jonas, os discípulos… Elias queria que Deus fizesse da vida dele um monte Carmelo eterno. Quando, logo em seguida àquele fato incrível, Jezabel disse que o mataria, ele fugiu e quis morrer. Jonas queria um Deus que não perdoasse Nínive e por isso se indignou e quis morrer. Os discípulos queriam um rei que fulminasse os inimigos, e não um que Se deixa zombar, cuspir e matar e por isso viveram um sábado de perplexidade e luto. Para todos esses o resultado de esperar um Deus diferente do Deus real foram momentos de depressão e angústia.  

Jesus disse: “se me amais,  guardareis meus mandamentos” (João 14:15) e a gente pensa que o difícil aí é guardar os mandamentos. Não, não. Pressinto que o difícil mesmo seja amar um Deus que não age como gostaríamos que agisse, um Deus que tem personalidade, que conhece mais do que conhecemos e exercita Sua soberania. Se você é capaz de amar a Deus como Ele realmente é – e a verdade é que somos pequenos demais para saber o que Deus realmente é em toda sua extensão – e a aceitar dEle o que Ele quer dar e não o que você quer receber, guardar os mandamentos passa a ser fácil. Para todos que assim fazem, Ele diz que Seus mandamentos não são penosos. E de fato não são.

E você? Você ama Deus como Ele é ou ama só enquanto Ele dá o que você pede ou age como você acha que deveria agir?

 

24
mar

Quem é servo?

Adriano Vargas

Foto tirada em Goiânia reunião com pequenos grupos jovens.

Marta agitava-se de um lado para outro,ocupada em muitos serviços… Maria, pois, escolheu a boa parte, e está não lhe será tirada. Lucas 10:40-42

A preocupação de Marta era boa. O Cristo fora convidado para um jantar em sua casa. Realmente, ela trabalhava para o Eterno. Sua intenção não era outra senão atender ao Cristo. Entretanto, ela cometeu um equívoco. A partir do momento em que trabalhava para Jesus, seu ofício se tornou mais importante do que o próprio Senhor. O que seria um meio de agradar o Cristo transformou-se, vagarosa e silenciosamente, numa forma de atender a si própria… Marta havia se esquecido que aquele jantar seria uma homenagem a Jesus e não a si próprio. É comum não se lembrar de quem serve e quem merece ser servido.

O motivo errado pode estragar a melhor das intenções…

Servir o Eterno é muito mais do que oferecer nossa força de trabalho ou nossos recursos. Honrá-lo deve ser nossa prioridade absoluta.

23
mar

# Compreensão e Agradecimento

Um dia vamos agradecer a Deus as provações que Ele permitiu viessem em nossa vida”. Com esta frase, em uma tarde de sábado um servo pregador da Palavra de Deus dava continuidade à palestra atentamente assistida pela plateia, em uma comunidade adventista na cidade de São Paulo. Sua assertiva é perfeita. Não apenas por estar alinhada às conhecidas razões bíblicas que levam o discípulo a crescer em meio ao caminho, mas por ser também um sinal para o não questionamento de como os fios se entrelaçam na obra do tapeceiro.

Há algumas posturas do mundo em relação à Palavra do Eterno que soam estranhamente contraditórias. É sabido que trechos bíblicos foram tomados de empréstimo para sustentarem modos de viver. E isso pode-se encontrar em religiões como em hábitos individuais, adequados à necessidade de cada um. Nesse contexto, o restante da Palavra de Deus acabou por ficar de lado, tornando-se na opinião destes, algo ultrapassado, fanático, sem sentido e por aí em diante.

Por outro lado, todo aquele que conhece as escrituras e sabe que delas poderá extrair conhecimento coeso para sua jornada e fortalecimento indissociável de sabedoria que encontra-se costurada a elos, entende que mesmo na busca por uma vida abençoada, consequência na relação com o Eterno, esta que tem como foco principal conhecê-lo, seja preciso, às vezes, colocar-se à disposição de posturas nem um pouco aceitas pelo mundo.

Perdoar aos que nos julgam, amar a quem nos ofende, orar por quem nos odeia, compreender que por vezes, mesmo a adequada escolha do “ser” em detrimento do “ter” deva calar-se, conhecermos a nós mesmos e observarmos nossos atos antes de julgarmos pessoas e suas atitudes em relação a nós, entre tantas outras situações que precisam ser encaradas como um ensinamento, estão entre as melhores e mais difíceis lições que nos fazem aprender a como retirar o melhor da vida, compreendendo sua verdadeira essência e permitindo um crescimento extraordinário, inclusive, no que diz respeito ao caráter.

Mas não é apenas isso que nos move nessa direção de escolha. Há nessa opção de vida, especialmente, o foco na obediência ao conjunto de diretrizes reveladas pelo Eterno. Elas que nos levam em direção ao real conhecimento do caminho da verdade, alcançando vida plena, mesmo diante de adversidades. No entanto, alguém que não conhece a Deus poderia dizer não haver equilíbrio em uma diretriz de silêncio e paz, mesmo em nome de Deus, enquanto o mundo cai sobre nossa cabeça.

A resposta que traz compreensão passa justamente por esse ponto, pois no atual estágio de relação de Deus com o homem, o campo de atuação ainda se dá neste mundo desequilibrado e obscuro, e só mediante a posse de uma paz que esse mesmo mundo não pode dar, é que se alcança o equilíbrio mental para continuar a jornada. Há algo maior, completo e eterno a espera de quem se coloca nesse caminho, e mesmo aqueles que tomam de empréstimo passagens bíblicas para sustentar seu mundo pessoal, deveriam ter consciência que o todo que compõe as escrituras tem o objetivo de uma vida plena que só haverá de ser encontrada depois da vida física. Contudo, cumpre dizer que só o homem que tem uma experiência real com Deus encontra vida em abundância, também em uma situação de adversidades.

Afinal, estamos falando do Criador de todas as coisas e de suas palavras de sabedoria que sustentam uma obra planejada que remonta ao início dos tempos, quando o desequilíbrio alcançou ao homem e por este foi aceito para viver conforme sua vontade, o que acabou por pautar toda sua vida em conceitos limitados. Por isso é que um dia ainda agradeceremos a Deus pelas provações a que Ele nos permitiu passarmos. Não estaremos limitados a ver a vida pela imagem dos fios entrelaçados e confusos, mas conheceremos o lado certo da obra do tapeceiro, percebendo o quanto tais dificuldades acrescentaram bênçãos eternas em nossa existência.

Shalom

Sadi – Um Peregrino da Palavra

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