Monthly Archive: setembro 2013

30
set

sementes #002 #escolhidos

 

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Quem você escolheria para ser seu seguidor? Seu discípulo? Chamaria os extraordinários?
Deus convidou comuns, como eu e você. Não importa quem você é, sua idade, seu sexo, sua classe social, seu passado ou seu atual momento de vida, não importa nem mesmo sua religião.
Deus está chamando você para transformar o mundo…

Veja o segundo vídeo do Sementes #002

26
set

Algo totalmente novo

Marco Aurélio Brasil

Na história da unção de Davi vemos o profeta Samuel sendo diversas vezes surpreendido por Deus. Aparece o primeiro filho de Jessé e ele diz consigo mesmo “certamente é esse. Alto, forte, bonito…”, mas Deus diz “não é esse”. Um a um vão desfilando os sete filhos de Jessé e a cena se repete, até que Deus diz: “é esse!” para o mais novo, um menino franzino nada promissor chamado Davi.

Samuel estava desculpado por esperar que Deus fosse escolher um homem alto, forte e bonito para ser o próximo rei, porque esse fora o método que Ele havia empregado na ocasião anterior. A Bíblia diz que Saul era o mais alto de todo Israel, se destacava na multidão, era bonito e forte, então era lógico esperar algo assim de novo. Mas Deus tinha um plano ainda melhor.

O que você espera de Deus? Apenas o que Ele já lhe fez? Talvez você precise ouvir estas palavras: “Não fiquem lembrando o que aconteceu no passado; não continuem pensando nas coisas que fiz há muito tempo. Vejam, estou fazendo uma coisa completamente nova, algo quer já comecei a realizar; será que vocês ainda não perceberam? Vou abrir uma grande estrada no deserto, e no meio da terra seca farei correr riachos!” (Isaías 43:18 e 19).

Talvez Deus tenha uma resposta completamente nova para sua prece. Abra os olhos para ver!

25
set

Quando vierem os problemas…

Gelson de Almeida Jr.

Em minha sala de trabalho existe um quadro de uma mãe que caminha por uma pequena estrada, seguida poe seus filhos. Como o quadro já estava lá quando me instalei, nunca prestei atenção aos seus detalhes, mas esta semana uma adolescente fez com que eu o olhasse de modo mais cuidadoso. Ela parou à porta da sala e perguntei-lhe se queria entrar para conversar, ela não pestanejou e entrou, perguntei como estavam as coisas em sua vida, e ela respondeu: “Está tudo muito mal, uma droga”. Foi aí que, apontando para o quadro, disse que qualquer dia entraria nele e seguiria a mãe e os filhos. Sua fala me chocou, pois ela é amada por toda a família e admirada pela maioria dos alunos por sua inteligência e beleza, mas se sentia muito atormentada pelos “problemas” do dia a dia.

Infelizmente, o sentimento dela é comum a muitos hoje em dia. Alguns porque tendem a aumentar o tamanho ou o número de seus problemas, outros porque realmente os tem, mas, em ambos casos, é fácil perceber a falta de esperança e a falta de fé em um Pai de amor. Muitos há que padecem por se esquecerem, ou mesmo desconhecerem, a existência de um Pai que cuida incansavelmente de Seus filhos. Um Pai que poderia muito bem ter o o nome trocado para “Amor” e ter como complementos do nome, “Desprendimento”, “Trabalho”, “Bondade”, “Mansidão”, etc.

Nos momentos mais tristes e difíceis de nossa vida podemos sentir de modo forte e intenso Sua atuação em nosso favor. É como se estivesse a nos dizer: “Filho, relaxe um pouco, deixe que eu continuo daqui” e luta em nosso favor nos concedendo a vitória. É muito conhecida a frase de que não devemos dizer a Deus o tamanho do nosso problema, mas devemos dizer ao problema o tamanho do nosso Deus. Não deixe que o desânimo se abata sobre você, lebre-se que ao seu lado existe um Deus que tudo pode. Um Deus que nunca o abandona.

24
set

Ai, que orgulho que dá!

Marco Aurélio Brasil

Anos atrás ouvi esse irmão dizer que se nosso papel na salvação fosse aceitar o sacrifício vicário de Cristo, poderíamos nos ufanar de haver aceito. Poderíamos nos orgulhar de termos feito algo. Bem, me parece estranho imaginar que alguém pudesse se pavonear de haver sido alvo da graça.

A preocupação com o orgulho é mais do que justificada. Ele é provavelmente o pecado mais destrutivo, porquanto o mais impossível de ser perdoado, porque é o tipo pecado que nos engana quanto a nossa real situação. O orgulhoso acha que nada lhe falta. Há pouca ou nenhuma chance do satisfeito consigo mesmo intuir a necessidade do Salvador. É o náufrago que rejeita a boia salvadora por se enxergar numa piscina.
Está na moda falar em vergonha alheia, a vergonha que você sente pelo mico que o outro está pagando. Bem, há decisões na vida que podem nos encher de júbilo, mas jamais de orgulho. Esta, particularmente, nos enche de uma sensação de “orgulho alheio”. Ou, como escreveu Paulo, “mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo” (Gálatas 6:14).
Eu posso me orgulhar da cruz de Cristo. Mais que isso, eu devo me orgulhar, de forma parecida como me orgulho do golaço que o atacante do meu time fez. Posso me orgulhar do tamanho do presente, mas jamais de o haver recebido. Como escreveu Bonar, “não precisamos temer uma grande graça. Uma pequena graça pode tornar um homem orgulhoso, mas nunca uma grande graça”. O orgulhoso é aquele que jamais encarou de frente o tamanho da graça de Cristo, o tamanho do preço dela, a enormidade do caminho que Ele percorreu para salvar o que não queria ser salvo. Aí ele ganha dinheiro e se orgulha, ele consegue a admiração por falar bem em público e se orgulha, ele é bonito e se orgulha… O sujeito se orgulha dessas pequenas, vãs, transitórias graças.
Há esse paradoxo na graça. Ela é tão gigantescamente descomunal que não pode incutir em quem a recebe senão humildade, gratidão e amor. Onde faltam essas três coisas, falta a percepção do que Cristo fez.

23
set

sementes #001

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O mundo tecnológico invadiu nossas vidas. As transformações foram imensas gerando novos comportamentos do homem ultra moderno que atualmente mede seus relacionamentos pelos números de amigos no facebook, busca conhecimento rápido no Google e ouve música no iTunes. Falando em música, hoje elas são lançadas primeiro na internet e de lá viajam pelos ipods… num passado recente o impresso era mídia que monopolizava o alcance das massas; hoje, do humor sem limites a ideias revolucionárias, estão em blogs e também nos vídeos do YouTube com suas milhares de visualizações.
Você que busca as sementes do dia no blog da Comunidade Nova Semente também é esse nosso consumidor de informação. Claro que a velha maneira, ainda é sim, ultra moderna. O papel vence o tempo e na nuvem compartilhamos tudo.
Nas próximas segundas férias testarei um projeto em vídeos curtos, gravados pelo iPhone nas ruas deste mundão, pelo app Tastemade (fica a dica aí).
Já vou deixando claro que meu carão no vídeo não é lá essas coisas, mas reflita no texto e nas imagens que são importantes.
Esse link contém o primeiro de muitos, curta e compartilhe:

Meu novo projeto – Sementes #001

21
set

# Demonstrações de amor

Há um tempo, a mais famosa rede social da internet teve um post bastante compartilhado e curtido. Tratava-se de uma crônica que relatava o comportamento de uma igreja cristã nos Estados Unidos que, em uma linda manhã, aguardava repleta por um pregador muito querido, convidado a se tornar o seu pastor principal.

Acontece que o homem, combinado com alguns poucos, vestiu-se de mendigo, e, portanto, muito sujo e mal vestido, adentrou a igreja sem que ninguém soubesse que era ele o ilustre aguardado. Após toda rejeição vivenciada de diversas formas, qual não foi a surpresa de todos quando ele subiu ao púlpito. Lágrimas sinceras, sentimentos de vergonha, arrependimentos verdadeiros tomaram conta da igreja.

Há muitas igrejas cristãs no Brasil e no mundo e, apenas por esse motivo, poderíamos acreditar que expressivas mudanças de comportamento haveriam de surgir no convívio entre as pessoas. Será esta uma verdade questionável?

A carta que o apóstolo Paulo escreveu aos gálatas (5:22) afirma que aquele que vive pelo espírito de Deus, produz frutos como amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade. Mas, se é assim, por que tanta indiferença com aquele que em nada difere de mim ou de você? Por que ainda atitudes tais até entre membros de uma mesma igreja, como é muito comum vermos?

Por que, afinal, não nos amamos com a plenitude do que nos ensina a palavra? A propósito, não é o amor o vínculo da perfeição? Certamente que sim. Paulo lembrou isto aos colossenses, pedindo que dele se revestissem, e por ele, seguissem também revestidos de compaixão, humildade e mansidão. (3:12-17)

Alguém diria que a justificativa é porque a igreja é feita de homens. Sim! Mas, afinal, não são eles os homens que se dizem discípulos de Jesus? Esqueceram-se do que ensinou o apóstolo João? “Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor”. (1 Jo 4)

O que parece faltar ao coração do homem é coragem para estender a mão; procurar extirpar diferenças; todas, demonstrações de amor. Mas, a escritura diagnostica: Corações cheios de orgulho e vaidade.

Contudo, aos justos que deram conforto ao que estava doente, de comer a quem tinha fome, de beber a quem tinha sede, vestes ao que estava nu, sejam literais ou abrangentes os sentidos que estas atitudes possam alcançar, Cristo dirá no dia do julgamento final: “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. (Mateus 25:34).

Shabbat Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra. 

19
set

O dia em que Jesus disse não

Marco Aurélio Brasil

Só recordo de um pedido feito a Jesus em que Ele disse não. Aquele sujeito que vivia nu, se autoflagelando e agindo como louco em Gadara fora curado por Jesus. Ele o havia transformado num novo homem, agora senhor de si. Ele pediu para seguir Jesus e a resposta foi “não. Fique na sua aldeia natal e testemunhe”. É que o próprio Jesus fora expulso de Gadara, então aquele homem seria a testemunha solitária.

John Stott viu nele o símbolo de algo mais: “Aquele homem foi o precursor de milhões de outros seguidores de Jesus – pietistas, cristãos escapistas – os quais anseiam por ‘estar com Jesus’, isto é, querem abandonar o mundo. Eles querem engavetar os estágios da salvação e pular diretamente para o céu. Isso é compreensível, mas também repreensível. Temos de aprender a ‘estar com Cristo’ agora – pela fé, e não pela visão -, em meio à agitação e tribulações das tarefas terrenas, antes de sermos levados a ‘estar com Cristo’ na paz eterna do Céu.”

 

18
set

#Mensalão

Gelson de Almeida Jr.

Nestes últimos dias, em nosso país, muitos se discute acerca sobre qual será o desfecho da votação no STF que decidirá se alguns réus, condenados no processo que ficou conhecido como “mensalão”, terão a chance de novo julgamento, onde suas penas poderão ser reduzidas. Opiniões, as mais divergentes, são expostas. Ontem ouvi uma analista política que mostrava toda a sua ira por esta, provável, chance que os “já condenados” terão, fato que ela classificava de vergonha nacional.

Não quero fazer apologia para nenhum lado, mas confesso que lendo o capítulo 11 do livro de Isaías me detive nos versos iniciais onde ele fala que sobre o Messias repousaria o “Espírito do Senhor” e que possuiria espírito de sabedoria, de entendimento, de conhecimento e de temor ao Senhor. Que julgaria a todos com justiça (versos 1 a 5).

No mundo em que vivemos é impossível haver um julgamento onde todos os envolvidos reconheçam que foi feita a justiça. Isto porque os julgadores são seres humanos e utilizam-se de leis igualmente humanas,ou seja, todos falhos. Em verdade, se o conselho de Tiago, “Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade” (2:12) fosse seguido, nenhum tipo de julgamento existiria, pois erros não seriam cometidos. Como humanos somos falhos, mas isto não nos desobriga de fazer o nosso melhor para seguir a Lei do Pai, pois a esta não cabe nenhum tipo de recurso, pois a Lei, o seu Autor e Julgador, são perfeitos justos e bons (Romanos 7:12).

O julgamento do Pai será perfeito, mas quem escolhe o veredito a ser proferido somos nós, com aquilo que praticamos em nosso dia a dia. Peça diariamente que o Espírito do Senhor repouse sobre você para que não tenha que se arrepender mais tarde.

17
set

À imagem e semelhança de quem?

Marco Aurélio Brasil

A pergunta de Jesus em Lucas 18:8, “quando vier o Filho do Homem, porventura achará fé na terra?” me parece cada vez menos retórica. Na Europa, a fé parece quase que definitivamente coisa de museu. Foi nisso que as igrejas lá se tornaram, centros de visitação turística que falam de uma era passada, com arquitetura e crenças curiosas. Agora os EUA caminham na mesma direção, como mostram os estudos de David Kinnaman. “Nossa pesquisa mostra que muitos dos não cristãos, especialmente jovens adultos, têm pouca confiança na fé cristã, e a estima pelo estilo de vida cristão está rapidamente desaparecendo entre eles. Eles admitem que suas barreiras intelectuais e morais são erguidas quando estão perto de cristãos, e rejeitam Jesus porque se sentem rejeitados pelos cristãos” (Unchristian, Baker Books).

Mas vivemos no Brasil, onde a fé vai muito bem, obrigado, não é? Bem, a verdade é que existem dois Brasis e um deles se parece muito mais com a realidade apontada por Kinnaman e sentida por qualquer um quando visita a Europa, a ponto de a Conferência Geral da Igreja Adventista haver inserido bairros de classe média alta de São Paulo entre os grupos não alcançados. Tecnicamente, o Morumbi está na mesma situação que o  Chad islamita, ou quase.
A profecia do Mestre é de que conforme a iniquidade fosse se alastrando (e aí eu penso que, seja por ela aumentar de fato ou simplesmente pelo fato de que todos agora ficam sabendo dela, graças aos meios de comunicação), o amor esfriaria (Mateus 24:12). Ainda assim, um mundo em que a fé é trocada por… – pelo que mesmo? nos assusta, e por isso nos perguntamos: o que pode ser feito para que a religião alcance relevância nesse contexto?
 
Depois de pensar bastante nisso cheguei à conclusão de que deveríamos ter uma preocupação anterior a essa. Antes de pensar em como fazer o cristianismo relevante para o mundo, precisamos pensar em quão relevante ele de fato é para nós. Para mim e para você.
Na pesquisa de Kinnaman, cristãos são vistos como anti homossexuais, críticos demais sobre as vidas dos outros, hipócritas, maçantes, intolerantes e confusos. Alguma razão para pensar isso eles têm, com certeza, mas agora pensem na Pessoa a quem os cristãos dizem seguir. Jesus seria hoje alguém rotulado como anti homossexual ou como anti qualquer coisa? Quando penso nisso lembro da foto que circula pela Internet de um menino em meio a uma manifestação cheia de cartazes com os dizeres “Deus odeia os gays”, que empunha um cartaz menor escrito “Deus não odeia ninguém”. Estou com ele. Jesus seria hipócrita, se isso era o que mais o tirava do sério? Jesus não foi maçante, multidões adoravam estar na presença dEle, Ele foi tudo menos intolerante e certamente não era nada confuso e nem as pessoas sentiam que Ele estava julgando suas vidas constantemente.
É porque muitos antes de nós seguiram uma imagem de Cristo e não o Cristo real que a religião se tornou irrelevante. Aos que seguem uma imagem de Cristo Ele vai dizer: não os conheço (Mateus 7:23). Não os conheço porque nitidamente vocês não me conhecem. Será que você encontrou relevância para sua vida em algo que não é a religião pura de Cristo, aquela que o cria à imagem e semelhança dEle? Aquela que o faz mais parecido com Aquele a quem você diz seguir? Uma religião que o faz hipócrita, julgador, intolerante e chato não pode ser relevante para ninguém.
Quando vier o Filho do Homem, achará porventura fé na terra? Vou cuidar para que aqui na minha casa, ao menos, Ele encontre.

14
set

# Dia do Perdão.

Nestes dois dias que marcam o final da semana, sexta e sábado, 13 e 14 de setembro, é a data do Yom Kippur.  Dia do perdão. Marcado por orações intensas e jejum, os judeus buscam mais do que simplesmente o perdão de Deus pelo arrependimento de seus pecados. Quanto a este, de fato, os leva de volta ao convívio com o Criador, contudo no Yom Kipur essa expiação transcende.

Não será apenas a punição a ser perdoada, mas, sobretudo as máculas causadas pelo erro, pelo pecado. Algumas poucas proibições marcam o comportamento requerido aos judeus. Elas têm o intuito de causar aflição ao corpo e ao espírito, consequentemente.

Há muitos sites judaicos que explicam muito melhor todo o significado do dia do perdão. A nós, cristãos que vivemos pela graça de Jesus Cristo, temos que, segundo a Palavra revelada na Primeira Carta do apóstolo João: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”. (1 João 1:91: 9).

É isso que nos importa saber e viver. Apenas se confessarmos os nossos pecados com o coração arrependido, conscientes de nossos erros, justificativas, artifícios, relativizações que não obedecem à prescrição evangélica, Ele, o Senhor de todas as coisas, perdoa-nos. E, o faz tanto de nossas punições, quanto de nossas máculas, se isso couber ao ensinamento e testemunho de sua Palavra.

Ao homem não importa viver, senão para testemunhar, para adorar ao Deus vivo. Viver não é preciso. Navegar é preciso. E, o rumo: Jesus Cristo – O caminho, a verdade e a vida. O apóstolo Paulo afirmou certa ocasião: O viver para mim é Cristo; morrer é lucro. (Filipenses 1). Ele não falava de morrer no sentido figurado, aonde temos que matar o velho homem, para que Deus forme em nós o novo. Queria, de fato, estar com Cristo naquele instante.

E, por fim, certo de que nada poderia fazer para que isso acontecesse naquele momento, a não ser aguardar o dia em que o Senhor o requeresse, demonstrou o resultado de um homem transformado por Cristo, pelo tanto que recebeu o perdão de Deus, ao dizer estas palavras, boas para seguir: “Convencido disso, eu sei que vou permanecer e continuar com todos vocês, para o seu progresso e alegria na fé”. (Filipenses 1:25).

Ou seja, entregou-se para o serviço completo na obra, sem pestanejar, ainda que viesse a sofrer, como diz ele nesse mesmo capítulo. Sua alegria era para com todos, não importasse se pessoa de comportamento extrovertido ou introvertido. Estamos todos necessitados de perdão. De uns para com os outros pelo que devemos viver transformados do velho para o novo homem. e, de todos nós para com o perdão de Deus, pois assim, mais ainda testemunhamos o novo nascimento.

Shabbat Shalom!

Ṣadi – Um Peregrino da Palavra

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