Monthly Archive: abril 2012

28
abr

Sempre atual, siga Jesus!

admin

Com o desenvolvimento absurdamente rápido das tecnologias digitais nos dias atuais, cada vez mais é discutida e difundida a utilização das redes sociais para falar sobre Deus.

Obviamente, hoje vemos muitas coisas ruins na internet. Mas é fato que ela também pode ser utilizada para levar a mensagem do amor de Jesus Cristo a todos e anunciar a sua segunda vinda.

Assisti a um vídeo muito interessante chamado Follow Jesus On Twitter, que conta a história de Jesus de uma maneira muito criativa e ajuda a vermos e compreendermos a vida de Cristo sob essa ótica moderna.

Para assistir ao vídeo, clique aqui.

26
abr

Um plano

Marco Aurélio Brasil

Se você tivesse que eleger a porção de sua vida que, se melhorada, mais impacto teria sobre as outras todas, qual seria? Praticar uma atividade física, ter tempo para ler, estudar mais, ter mais amigos, estabilidade afetiva, relação com pais ou filhos…? Para a grande maioria dos habitantes deste mundo – eu incluído -, contudo, arrisco dizer que a melhor resposta seria oração.

Nós, que cremos, temos, em geral, uma relação ambígua com a oração. Sabemos que é um elemento importante, mas não nos preocupamos em efetivamente melhorá-lo. Se quisermos um abdômen definido, precisamos fazer abdominais e, se quisermos passar em um concurso, precisamos rachar em cima dos livros, mas não nos aplicamos em de fato melhorar nossa vida de oração. Não temos um plano para isso.

Alguns são criados com o costume de orar antes das refeições e antes de dormir, além das orações coletivas nos cultos da igreja, mas a qualidade de todos esses momentos é pífia. São formalidades, atitudes automáticas, palavras repetidas em fórmulas vazias. Essa dinâmica só é quebrada em momentos especiais, pequenas exceções à regra insípida do mero formalismo.

Paulo sugere que coloquemos o tema na ordem do dia. “Orai sem cessar”, diz ele (1Ts 5:17), “com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef 6:18). Ele nos desafia a lutar para inverter a lógica da oração como exceção. Orai sem cessar. E, para isso, diz que devemos vigiar e perseverar, porque não há nada que Satanás odeie mais do que pessoas que oram, portanto, vai fazer de tudo para atrapalhar; vai roubar nosso tempo, nos distrair, nos encher de sono, nos fazer sentir que não há ninguém ouvindo ali do outro lado, nos fazer sentir indignos de falar com Deus. Vigiar implica em estar alerta, em começar orando para que Deus o ajude a orar. Perseverar implica em não ter medo de tornar aos mesmos temas repetidas vezes, não desanimar se o horário separado para a oração simplesmente parece não funcionar.

Você pode aspirar a muita coisa na vida, mas pouca coisa é digna disso, amigo. E ter uma vida de oração é uma dessas coisas. Sonhe com isso. Acalente isso. E então, levante-se para buscá-lo. Comece separando um lugar e um horário. No trânsito, quando o semáforo fecha? Ao acordar? Na caminhada para o trabalho? Encontre seu espaço. Não deixe que nada seja mais importante do que isso. Estabeleça seu momento de oração como prioridade absoluta. Ore a Deus que o ajude a não ter a mente arrebatada por qualquer coisa no caminho. Eleja de antemão sobre o que o sobre quem orará. Pense nas diversas nuances e implicações desse pedido e as nomine todas quando estiver orando. Não se preocupe se no começo sua oração for muito curta, persevere.

Desse momento, tornado hábito, fluirá uma nova relação com Deus. Você se pegará orando fora desse horário também. Você se surpreenderá orando sem cessar. Você se reconhecerá numa relação de intimidade impensável com o Criador. E toda sua vida será impactada por essa relação.

25
abr

Subindo e descendo carregado para sair andando III

Gelson de Almeida Jr.

O relato da cura do paralítico (Lucas 5:17-26) mostra que nada deve nos impedir do encontro com o Eterno e que, quando vamos ao Mestre, Ele não cura apenas o corpo, Ele cura a alma também. Mostra ainda que o homem foi descido por um buraco no telhado, pois não conseguira passar pela multidão. Mesmo sendo portador de necessidades especiais, ninguém lhe deu valor ou respeitou sua situação, mas após se encontrar com Jesus, ser curado foi restabelecido na sociedade, abriu-se um lugar para ele no meio da multidão, de tal modo que apanhou sua cama e saiu glorificando a Deus.

Muitos se sentem rejeitados ou marginalizados, sentem-se invisíveis, mesmo em meio a uma multidão. O relato do paralítico mostra que se a sociedade nos rejeitar Deus nunca nos rejeitará, mais ainda, para aqueles que se encontram com Ele e por Ele são curados e restaurados sempre haverá espaço na sociedade. Quem sabe você não alcance a posição que gostaria, mas, com toda certeza, você será reconhecido por onde quer que vá como alguém que teve um encontro com o Eterno e se tornou uma nova pessoa, pois sempre ocorre uma mudança positiva para os que “estão em Cristo” (II Cor. 5:17).

Todos que presenciaram a cura do paralítico deram glória a Deus, não seria bom se as pessoas dessem glória a Deus pelas coisas que Ele tem feito em sua vida? Pois então busque seu encontro com Ele mostre aos que o cercam o Seu poder, o resto Ele fará.

24
abr

Ainda que falte o pão…

Marco Aurélio Brasil

Na base de todo o paganismo há uma ideia muito errada: a de que você precisa fazer alguma coisa para obter o favor de Deus. O cristianismo puro sabe que isso é uma falácia. Não há nada que você possa fazer para convencer Deus a amá-lo, Ele já mostrou que O ama perdidamente e o provou ao Jesus morrer em seu lugar.

Quem foi alcançado pela explosiva graça de Deus sabe que pode confiar nEle independentemente de como as coisas funcionam em sua vida. Quem já se sentiu muito amado pelo Rei do Universo pode dizer com Habacuque:

“Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam o seu mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação”. (3:17 e 18).

23
abr

Viver pela Cruz

Muitas pessoas têm consigo a sensação de estarem carregando uma cruz muito pesada. Entendo perfeitamente que estejam se referindo a problemas sérios, no entanto, o que significa de fato levarmos a nossa cruz? Ainda que seja necessário carregá-la, ela deve ser entendida como pesada?

A cruz de Cristo significou sua morte, e isto ninguém contesta, entretanto, representou também o caminho que Ele aceitou viver. Quando Cristo nos ensinou a carregarmos nossa cruz para poder segui-lo, pediu com isso que negássemos a nós mesmos, ao eu que tanto gosta de se mostrar, de julgar, que não pensa duas vezes em revidar, ou se mostra inquieto quando ferido.

Ao crucificarmos nossas lamúrias pelas injustiças, ou pelas negações que a vida nos apresenta, assim como aos desejos materiais tão ligados aos padrões que o mundo impõe, demonstramos amor pela obra de Cristo.

Mas, o que isto tudo tem a ver com esta semana que inicia? Imagino que tudo, pois, assim como o texto escrito para a semente do dia no sábado levou-nos a meditar a importância do amor na utilização dos dons, a cruz tem em si, tanto a de Cristo vivida naqueles dias, como a nossa própria a cada manhã, um grande significado espiritual e material entregue ao homem pela fonte do amor.

O espírito da cruz é vida, e ao crucificarmos nossas vontades egoístas, estas que têm a tendência a fugir da crucificação, nós nos aprofundamos no relacionamento com Deus.  A cruz é fruto do reconhecimento de que em Deus colocamos nossa esperança, e não no homem com suas decisões. A cruz representa a certeza de que todo este mundo é passageiro, e as lágrimas serão convertidas em alegria. Se a nossa cruz está pesada é porque com elas estamos levando fardos que Cristo os pediu para si, em troca de seu jugo que é leve.

E acima de tudo, é preciso lembrar sempre que a obra de cruz requer a presença do Espírito Santo, pois, sem Ele será impossível vivenciarmos tamanha transformação. É no dia a dia da morte com Cristo, vencendo o pecado e o ego, e assim seguindo ao Senhor, que teremos uma real experiência com Deus, tornando a nossa cruz um instrumento poderoso.

A sabedoria de Deus é loucura para o mundo.

Peregrino

21
abr

# Dons

Fala-se muito deles nas igrejas. Os versos bíblicos afirmam que eles são como partes de um corpo, e em conjunto formam o todo. Sabe-se que são dados a cada um de nós de forma diferente, e que devemos colocá-los à disposição da igreja entre os irmãos, e do evangelismo mundo a fora. Tudo simplesmente como mordomos dos bens que pertencem a Deus.

Paulo nas cartas aos coríntios, aos efésios, aos romanos diz que os dons estão distribuídos entre os de diversidade de línguas, de discernimento das mesmas, de cura, de ciência, de operação de maravilhas, da fé, da profecia, entre outros. E mais, ele afirma que todos nós devemos procurar pelos melhores dons, o que nos mostra que querer melhorar sempre, buscando pela diversidade até encontrarmos um ou mais para o que fomos preparados, torna a busca incontestável. Afinal, o Senhor que concedeu os talentos espera que os multipliquemos, não devendo ele se aborrecer por os termos escondidos debaixo da terra.

A bíblia diz também que o Senhor haverá de cobrar dos homens sobre o que fizeram com os dons que lhes foram concedidos. Muitos dos que os utilizaram responderão – “Usamos para a tua obra, Senhor. Na tua igreja cantamos louvores, fizemos milagres, ordenamos pastores, tocamos instrumentos, escrevemos literaturas, curamos doentes, pregamos a tua verdade, agimos pela fé, tornamo-nos doutores da lei.”

Agora, pergunte a si mesmo – Ser apóstolo é apenas ser ordenado como tal? Profeta pode o ser sem que passe a profecia pelos testes que a bíblia exige? E os milagres? Eles têm acontecido na tua igreja? E a operação de maravilhas está aí? Pode pregar, dirigir ministérios, escrever ou cantar aquele que não vive segundo o amor de Cristo? A cura se opera entre os que frequentam a tua igreja ou ela se deu apenas ao tempo dos apóstolos? E por fim, pode a nossa fé ou qualquer destes dons se manifestarem sem o amor incondicional que tenhamos pelo próximo e pelo próprio Deus?

Se os dons foram dados para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, e para a constituição do corpo de Cristo, a fim de que alcancemos a estatura da perfeição de Cristo, este que foi o exemplo do amor, da doçura, da paciência e da entrega, talvez para alguns o Senhor volte a fazer uma segunda pergunta: “Foi por amor a mim e a seu próximo que cada um de vocês se utilizou destes dons que eu dei, ou serviram deles apenas como instrumento para o engano, que deu vazão até mesmo a sustentar ao teu orgulho?”

Bem-aventurados os misericordiosos, pois, alcançaram misericórdia.

Peregrino

 

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