Monthly Archive: setembro 2011

29
set

Vigiai

Marco Aurélio Brasil

As coisas que falam nos jornais. As coisas que falam nas novelas. As coisas que falam nos filmes, nas músicas, nos blogs, no Facebook, no Twitter.  As coisas  que falam até na igreja. “O que vos digo a vós, a todos o digo: Vigiai” (Marcos 13:37), disse Jesus. Disse e repetiu muitas vezes.

Há intenções ocultas por trás de muito do que se vê na mídia. Há falsas unanimidades e falsos sensos comuns. É preciso seguir o conselho de Cristo e acionar o filtro para tudo o que tentam nos fazer engolir, venha na embalagem que venha. É preciso conhecer a Bíblia para ter com o que comparar. Não aceite as coisas como elas são, vigie. Sua consciência e seu caráter são tudo o que você tem de verdade, não permita que os arrebatem de suas mãos.

28
set

Tomando posse da terra

Gelson de Almeida Jr.

Quando em peregrinação, rumo à Terra  Prometida, o povo de Israel presenciou toda a sorte de milagres, um mais  espetacular que o outro, a travessia do Mar Vermelho, a transformação das águas  de Mara em água potável, a coluna que de dia lhes dava refrigério e à noite  para lhes aquecia, do alimento, maná, que caía todas as manhãs, etc. Mas, a  maior de todas as manifestações, foi quando o Eterno entregou as tábuas da Lei  a Moisés para que as entregasse ao povo. Até os dias de hoje nunca se viu nada  parecido com aquele momento. Falando ao povo, Moisés afirmou que aquele haviam  visto estas poderosas manifestações, deveriam sempre ter em mente o fazer vontade  do Eterno, pois assim procedendo teriam toda a sorte de dádivas e bênçãos para  desfrutar na Terra Prometida (Deuteronômio 11:7-15).

Pouco antes de subir ao Céu,  Cristo falou acerca da Nova Terra Prometida, lugar que iria preparar para  aqueles que fizessem a vontade do Pai (João 14:1-3). A cada dia estamos mais  perto de tomar posse de tão aprazível lugar, mas as palavras de Moisés, ditas  há tanto tempo, ainda permanecem. Ninguém tomará posse da Terra, se não  mantiver diante de si a lembrança das maravilhas que o Eterno tem operado e  fizer a Sua vontade.

Quantos milagres já ocorreram hoje  para que você pudesse ler esta reflexão, e quantos ainda ocorrerão nas próximas  horas? Busque fazer a vontade de Deus e prepare-se, em breve estaremos na Terra Prometida.

 

27
set

A oportunidade

Marco Aurélio Brasil

A Bíblia registra eloquentes apelos a darmos ouvidos aos profetas, advertindo que “não havendo profecia o povo se corrompe” (Proverbios 29:18), mas também traz sonoras advertências para termos cuidado com os falsos profetas, que infestariam o mundo especialmente nesse tempo em que vivemos. Ela dá os elementos para julgarmos um profeta verdadeiro (basicamente: uma vida coerente com a mensagem que prega, uma pregação em harmonia com a Bíblia e, se fizer previsões para o futuro, que elas se cumpram), mas estaríamos mais confortáveis com setinhas celestes de neon sobre o dito cujo e anjos voando ao redor para termos certeza de que é mensagem divina. Por que Deus usa pessoas para dar mensagens a Seu povo e não anjos?

 

Bem, convém lembrar que algumas vezes houve mesmo setinhas e anjos. Moisés, por exemplo, quando levantava seu cajado poderia cair – ou cessar – uma praga sobre o Egito ou abrir o Mar Vermelho, mas os que viram essas coisas acontecerem, à sua primeira ausência, começaram a adorar um bezerro de ouro dizendo que ele, o bezerro, é quem havia feito tudo aquilo. Jesus também realizou uma série de milagres e você sabe o final da história.

 

Portanto, parece que todo nosso anseio por um instrumento inequívoco não é muito útil na prática. Provas sobrenaturais não garantem a recepção da mensagem que Deus está dando. Assim mesmo: por que razão Deus não confia Sua mensagem aos anjos ou a escreve em letras de fogo no céu?

 

Imagine que você está na sua igreja e que de repente se levanta alguém dizendo que tem uma mensagem divina para dar. Ou então você é confrontado com os escritos de alguém que há cem ou duzentos anos vem sendo reconhecido como profeta por algumas pessoas. Ora, isso já aconteceu muitas outras vezes. A Bíblia está recheada de relatos de pessoas que fizeram o mesmo, logo, o profeta na sua igreja goza do benefício da dúvida. Qual é a sua reação?

 

O que está acontecendo aqui é uma oportunidade fantástica. Você está sendo confrontado com o dilema: crer ou não crer? Para resolver esse dilema de forma consciente e para que você fique de consciência tranquila, só há um jeito: orar muito a respeito e estudar a Bíblia. Portanto, Deus está oferecendo a oportunidade de você chegar mais próximo dEle, e de exercitar fé, esse elemento magnífico “sem o qual é impossível agradar a Deus” (Hebreus 11:6). É por isso que ele levanta pessoas ordinárias, pessoas comuns e confere a elas mensagens incomuns. Porque essas mensagens só vão atingir o efeito transformador que Ele deseja nos corações daqueles que, confrontados com a dúvida, após orarem e pesquisarem suas Bíblias, decidirem crer.

24
set

# Princípios

 

 

 

 

 

 

 

 

 Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará.

Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.

Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá.

(Salmo 01)

23
set

Férias de Deus

admin

Postergando o inadiável
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“Deus, agora não vou orar porque tenho que correr para o escritório. Desculpe, Pai, mas aqui no trabalho está tudo muito barulhento, não consigo me concentrar. Eu realmente queria falar com o Senhor no trânsito, mas antes preciso ouvir rádio para relaxar um pouco… agora que estou em casa, só espere eu voltar da academia que conversamos. Legal, olha o que tem na TV! Só um momento… ixi, já está tarde. Podemos falar amanhã? Hoje estou cansado…”

Assim a nossa rotina passa a minar nosso relacionamento com Deus, nos impedindo de expormos com sinceridade e devoção nossos pensamentos, desejos, angústias e agradecimentos. E se o Criador fosse assim conosco? E se Ele desejasse descansar de nós um pouco?

“Filho meu, queria te proteger do acidente de carro, mas estava ocupado com outra coisa. Sei que deveria lhe conceder saúde, mas estava distraído com os anjos. E desculpe não ter ligado as árvores, amanhã elas voltarão a fazer fotossíntese, porque vou reacender o sol, foi apenas um lapso, mas já estou descansado…”

É realmente uma bênção termos um Pai que se dedica tanto por amor a nós e nos trata de forma totalmente antagônica à maneira que nós nos relacionamos com Ele, pois “nEle (Cristo) foram criadas todas as coisas nos céus e na terra… e nEle tudo subsiste” (Colossenses 1:16-17).

22
set

Quem é você?

Marco Aurélio Brasil

O que define você? Você pode pensar em muitas informações objetivas: nacionalidade, profissão, religião, raça, torcedor do time x, estado civil, etc., mas isso é o suficiente para defini-lo? E será que quando você olha no espelho você quem é realmente ou uma projeção de algo que você gostaria que fosse?

Em Apocalipse 3:17 há uma dura reprimenda: “Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, cego e nu”. Segundo esse texto, portanto, é possível que você pense que é algo bem diferente do que realmente é.

Dizem que o pior cego é o que não quer ver, mas ouso afirmar que o pior cego é aquele que não enxerga mesmo, mas acha que enxerga. Esse se coloca em perigo e a todos ao seu redor. Se você é miserável e não sabe que é miserável, não tem a maior virtude do miserável: a consciência de que precisa de ajuda.

Antes de ser rico, precisamos reconhecer que por nós mesmos somos miseráveis. “Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem, para que te lembres dele?” (Salmo 8:3 e 4). O que é o homem perto de Deus? Não esqueça quem você é de fato, para que não impeça de se tornar o que você pode ser. Seja radicalmente humilde para se habilitar a herdar o Reino de Deus.

21
set

O melhor local de adoração

Gelson de Almeida Jr.

Quando Davi escreveu “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor” (Salmo 122:1), a presença do adorador dentro de um templo era fundamental, pois era o ápice do momento adoração. Divindade e adorador dividindo um pequeno espaço, numa proximidade inimaginável em outro ambiente. Conversando com uma mulher samaritana, Cristo ouve dela uma crítica sobre o local de adoração, enquanto o seu povo valorizava o monte, os judeus valorizavam o Templo em Jerusalém como local de adoração (João 4:20). Prontamente Cristo afirma que chegaria, e já chegara, o tempo em que os seres humanos não deveriam mais ficar presos a um local específico para a verdadeira adoração, deveriam sim, preocupar-se em adorar a Deus em espírito e verdade (vs. 23 e 24).

Como é sua adoração ao Eterno, está restrita a um dia e local específicos ou ocorre em qualquer lugar e em qualquer momento do dia? Nada pode restringir verdadeira adoração. Em todo momento, e em todo lugar devemos nos preocupar com a adoração. O cristão possui um privilégio, Cristo é a sua “casa de oração” e a contínua comunhão com Ele é que mostrará se somos seus verdadeiros adoradores ou não.

Se voce ainda não pratica a verdadeira adoração, faça os ajustes que precisar, mas não deixe, jamais, de adorar continuamente o Deus que o criou, que o redimiu e que o sustém.

20
set

O segundo mandamento

Marco Aurélio Brasil

O primeiro e maior mandamento é amar a Deus. O segundo não é aquele do qual gostamos mais; é um mandamento dos mais difíceis: O segundo, semelhante a este, é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.” (Mateus 22:39 e 40).

 

O primeiro problema é justamente esse negócio de eu ser obrigado a amar. Amor é cada vez mais visto como uma coisa que brota espontânea, que não se pode controlar. Claro, a velha palavra amor é usada e abusada; você ama sua mãe, mas também ama pastel de queijo. Colocadas lado a lado fica evidente que, embora se empregue a mesma palavra, não se trata da mesma coisa, em absoluto. Bem, o primeiro problema se supera quando nos damos conta de que confundimos amor com paixão, com uma sensação. Amor não é sentimento, é algo bem maior que isso e não será amor – mas apenas um tipo de paixão – enquanto não passar pela razão. Por uma decisão. Você decide amar. Você escolhe amar. Nesse sentido, o amor pode, sim, ser um mandamento.

 

Mas há um pressuposto para o amor do segundo grande mandamento: ele vem depois do amor do primeiro grande mandamento. É apenas nessa moldura que ele faz sentido. Paulo sabia bem disso: “Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (II Coríntios 4:5). Paulo servia e amava aos irmãos porque antes amava Jesus.

 

Como observa Oswald Chambers, “se estamos devotados à causa da humanidade, logo estaremos esmagados e de coração partido, porque vamos frequentemente encontrar mais ingratidão dos homens do que encontraríamos de um cachorro; mas se nosso motivo é amor a Deus, nenhuma ingratidão pode impedir-nos de servir a nossos companheiros… Quando percebermos que Jesus Cristo nos serviu a despeito de toda nossa mesquinharia, nosso egoísmo e pecado, nada que os outros nos façam poderá exaurir nossa determinação de servi-los por causa dEle”.

 

Há dois grandes textos bíblicos que servem para identificar os verdadeiros seguidores de Jesus. Um deles é este: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). O outro é este: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros” (João 13:35). Curiosamente, ouvi muito mais sermões e estudos bíblicos sobre o primeiro texto do que sobre o segundo.

 

Você quer seguir a Cristo? Agora você sabe claramente o quanto isso vai lhe custar. Você será obrigado a decidir amar. Você se verá na contingência de agir como quem já ama. Você terá que abrir mão do orgulho próprio, do que você chama de dignidade, do que você chama de senso de justiça, e trocar tudo isso pelo tipo de sentimento que Jesus teve pela humanidade que o escorraçou, açoitou, torturou e matou. Não há outro caminho.

18
set

Amor… argumento irresistível

admin

O amor é o argumento irresistível porque é a síntese da lei de Deus. Os Dez Mandamentos tratam da nossa relação com Deus e com o próximo. Amar a Deus e ao próximo é a síntese da lei de Deus. Quem ama a Deus não busca outros deuses nem faz para si imagens de escultura para adorá-las. Quem ama a Deus não desonra seu nome, mas deleita-se em ter comunhão com ele. Quem ama ao próximo, honra pai e mãe. Quem ama o próximo respeita sua vida, sua honra, seus bens, seu nome, jamais cobiçando o que lhe pertence. O amor é o vetor que governa a vida do cristão.

O amor é o argumento irresistível porque é o maior de todos os mandamentos. Quando perguntaram a Jesus qual era o maior mandamento da lei de Deus, Jesus citou o shema: “Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e toda a tua força”. E prossegue dizendo: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Esse era o credo de Jesus. O amor não é apenas a síntese da lei, mas também o maior mandamento da lei. No amor se cumprem a lei e os profetas. O amor a Deus e ao próximo não podem ser separados. O apóstolo João diz que não podemos amar a Deus a quem não vemos, se não amamos ao próximo a quem vemos. Nosso amor a Deus é provado pelo nosso amor ao próximo enquanto o nosso amor ao próximo é inspirado pelo nosso amor a Deus.

O amor é o argumento irresistível porque seu propósito não é agradar a si mesmo, mas entregar-se a si mesmo. O amor em destaque não é um sentimento, mas uma atitude. Não é amor romântico, mas sacrificial. Não é amor apenas de palavras, mas de fato e de verdade. Não é amor que busca gratificação, mas amor que se sacrifica sem reservas. Porque Cristo nos amou, entregou-se por nós. De igual modo, devemos dar nossa vida pelos irmãos. O Senhor Jesus é absolutamente claro: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros: assim como eu vos amei”. Aquele que não ama nunca viu a Deus, pois Deus é amor. Não é apenas um dentre tantos argumentos que evidenciam nosso discipulado, mas o argumento final, o argumento irresistível.

Tenha um lindo dia.

17
set

# O ato de perdoar e o de pedir perdão

          Perdoar e pedir perdão pelos nossos erros, eis duas atitudes racionais em desuso entre os humanos. Racional porque é certo que traz consigo a paz, de tal forma que se torna cura para as mágoas ou aos erros, e nos afasta do sentimento inimigo em toda sua abrangência.

          Ao sairmos debaixo da auto-piedade ou do orgulho para poder perdoar, e, ao descermos de nosso pedestal de superioridade, normalmente cheio de razões imutáveis, para enfim, pedirmos perdão, então exercemos a humildade e o amor verdadeiro, caminhos que nos levam a paz.  

         No entanto, difícil vê-las em prática pelas esquinas de nossas vidas. Estará a resposta da ausência do perdão na relação que este possa ter com o tamanho da ofensa? Possivelmente, devido ao orgulho humano.  

        “Como perdoar a esta ofensa, tamanha foi a sua maldade?”, diz alguém cheio de auto-piedade e orgulho, ou então, “Por que pedirei perdão se minhas razões me assistem, tendo Deus como testemunha de que fui atacado primeiro?”, afirma alguém envolvido por falsos conceitos de vida.

         É justamente no perdão que reside a diferença da vida que se leva, pois, não só nos livramos do sentimento da mágoa, do ódio e do rancor quando perdoamos, como também nos livramos do orgulho, raiz de todos os males, exercendo um testemunho de amor, próprio ao que se diz cristão.

‘       Agir dessa forma leva-nos a uma lapidação de caráter e entendimento da vida que nunca mais poderemos dizer sermos os mesmos. Uma maturidade espiritual passa a viver em nós, e a fazer parte de nossa personalidade, tributo exclusivo de uma experiência real com Deus.

         Faço a mim mesmo uma pergunta que persegue aos pensamentos no momento desta reflexão – Qual das duas situações se apresenta a mais difícil de viver? Perdoar ou pedir perdão?

         Sinceramente, posso dizer apenas que o individualismo e as razões que ainda persistem, me impedem de exercer com facilidade qualquer das hipóteses, ainda que as reconheça necessárias e vitais. E testemunho solitário, o sofrimento que isto me traz quando não cedo uma margem sequer para a realização do ato. Aliás, é própria do ser humano esta atitude, pois, perdoar é dom de Deus, e o seu contrário uma característica do pecado.

          Se este abismo não for superado, então a vida espiritual com o Criador e com Cristo nos passa de simples fantasia a preencher a humana falsa-necessidade espiritual, aceitando da palavra apenas aquilo que convém,   

          Como então alcançar o objetivo de uma vida restaurada por Deus, razão da experiência que se busca ao viver com Ele e por Ele? Entregando-se totalmente, deixando com que nos conduza pelas mãos em direção ao problema, para vivermos a atitude do perdão. Se isto não for possível, sinto dizer que vivemos pelo engano, em pecado, movidos pela auto-piedade, pelo orgulho e pelo egoísmo, ou seja, pela mentira, sendo esta a razão que nos afasta de Deus, ainda que se ache estar em comunhão com Ele.

          Assim diz a palavra do SENHOR pela boca do profeta Isaias: “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá. Os seus lábios falam mentiras, e a sua língua murmura palavras ímpias. Apóiam-se em argumentos vazios e falam mentiras; concebem maldade e geram iniqüidade.” (Isaías 59:2-4)

Sadi – Um peregrino na Palavra

Photo By Tom Stoddart/Getty Images)

 

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